Dez anos depois, A Cartilha está de volta.

05/10/2025

(Observador) 79% dos portugueses tem um seguro, plano ou beneficia de um subsistema de saúde

Só 21% dos residentes em Portugal utiliza o SNS. Atendendo a que temos mais de dois milhões de imigrantes no país e esse valor corresponde a cerca de 21% da população residente, é sensato questionar se são os imigrantes quem mais usa o SNS.

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(Observador) 79% dos portugueses tem um seguro, plano ou beneficia de um subsistema de saúde

Será que se deve investir mais dinheiro no SNS, ou priorizar as parcerias com os privados? Saiba o que nos dizem Os Números que Somos, no último artigo da iniciativa do Observador e da Netsonda.

Urgências fechadas, bebés a nascer em ambulâncias e elevados tempos de espera. Não faltam críticas ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), mas a esmagadora maioria dos portugueses crê que para que os cuidados de saúde da população melhorem, é necessário investir mais no setor público em vez de apostar em parceiros privados.

De acordo com as respostas dadas no inquérito feito em parceria com a Netsonda, sobre Saúde, a população não é necessariamente muito afetada por doença crónica — apesar de Portugal ser um país envelhecido —, mas a saúde mental tem subido rapidamente ao topo da lista de prioridades dos portugueses. Os homens, no entanto, continuam a negligenciar mais o lado psicológico do que as mulheres.

Estes e outros dados surgem no inquérito feito em parceria com a Netsonda, sobre Saúde, para o nono e último artigo desta iniciativa. Cruzando informação recolhida em seis regiões do território continental (Grande Lisboa, Grande Porto, Litoral Centro, Litoral Norte, Interior Norte e Sul), e analisando as respostas dadas pelas diferentes gerações, estes são os principais resultados.

Metade da população recorre principalmente ao SNS. Um quarto prefere o privado primeiro

Todos os cidadãos portugueses têm acesso ao Serviço Nacional de Saúde. Ainda assim, em caso de necessidade de recurso a um médico a hospital, 24% dos inquiridos recorre principalmente ao setor privado. A percentagem de pessoas que ir em primeiro lugar aos serviços do setor público continua a ser superior, com 52% da população a preferir o SNS, mas a verdade é que a população tem vindo a procurar alternativas de resposta à medida que os problemas nestes serviços se agravam.

“Ainda que todos tenhamos acesso ao SNS, o que se tem verificado é que a demora do agendamento nas primeiras consultas de especialidade, a demora do agendamento depois na marcação das consultas subsequentes, a demora no agendamento de cirurgias, que não sendo completamente prioritárias, são extremamente necessárias, toda esta demora tem levado a que as pessoas tenham de procurar, pelos seus próprios recursos ou através de seguros privados de saúde, dar resposta aos seus problemas de saúde do dia a dia”, explica a professora de Sociologia da Saúde no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) Rita Mendes.

79% dos inquiridos admite possuir algum tipo de seguro, plano ou subsistema de saúde para estes efeitos. Um seguro que forneça um montante para cobrir os custos de internamentos, consultas ou cirurgias é a modalidade mais comum (47%), seguido pelos subsistemas como ADSE ou SAMS, que beneficiam pessoas em determinados setores de atividade, como os funcionários públicos ou os bancários, por exemplo, que podem usufruir destes planos. 20% opta por planos específicos (20%), que ajudam a pagar as consultas em determinadas clínicas, mas não são utilizados em casos de internamentos e cirurgias. 21% dos inquiridos não têm qualquer uma destas opções, e alguns utilizam mais do que uma opção.

Independentemente do plano escolhido, Rita Mendes reforça que os dados mostram que tanto os seguros como os subsistemas “estão a ser cada vez mais acionados”, precisamente porque “as pessoas têm que dar resposta aos problemas de saúde que têm no seu quotidiano” e, neste momento, acreditam que o Serviço Nacional de Saúde não tem capacidade.

De acordo com a socióloga contactada pelo Observador, o SNS é especialmente procurado quando se trata de “um problema muito grave”, dando o exemplo de casos de enfarte ou AVC. Perante episódios “não necessariamente graves, mas que retiram qualidade de vida e têm que ser resolvidos”, segundo Rita Mendes, quando existe essa possibilidade, as pessoas optam pelo setor privado “porque conseguem um agendamento mais adequado”. “Não ficam três anos à espera de uma consulta ou quatro por causa de uma cirurgia”, acrescenta, explicando assim também a resposta de 25% dos inquiridos, que admitem usar ambos os serviços “de forma equilibrada”.

Outro fator que contribui para que um quarto da população tenha de recorrer a ambos os setores está associado a um “deficit” da rede prestadora do SNS. A professora do ISCSP menciona as áreas da saúde mental e oral que, na sua generalidade, não têm uma cobertura alargada no setor público em todo o território nacional, obrigando assim uma grande parte da população a ter de recorrer ao privado para resolver questões associadas a estas duas áreas da medicina.

Além de a distribuição de utilizadores do SNS e do setor privado poder ser feita através dos escalões de rendimento em que se inserem — com aqueles que recebem acima de 3.000 euros todos os meses a procurarem mais o privado (37%), ao contrário daqueles que têm um rendimento mensal inferior a 1.000€ (8%) — a localização também é um fator determinante. O recurso ao setor privado é significativamente mais frequente entre os residentes na Grande Lisboa (36%) e no Grande Porto (27%), comparativamente ao Interior Norte (11%).

Quando precisa de se deslocar a um hospital, recorre mais ao SNS ou ao setor privado?

Principalmente ao SNS

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Principalmente ao privado

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Uso ambos de forma equilibrada

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Fonte: Netsonda

“No interior, por falta de cobertura, há uma rede menos articulada, menos musculada e também com menos profissionais”, justifica Rita Mendes. “E nas grandes cidades, o que acontece é que a rede [pública] existente foi pensada há uma série de anos e não foi revista em função da densidade populacional que existe atualmente”, continua a especialista, referindo que este grande volume de utilizadores dos serviços médicos potenciou a criação de uma ampla rede de clínicas e hospitais privados para servir esta necessidade no mercado.

Independentemente de usufruírem ou não dos serviços providenciados pelo Estado, a grande maioria da população (83%) defende que se deve investir mais no Serviço Nacional de Saúde, enquanto 13% acredita que os recursos devem ser mobilizados para reforçar a colaboração com parceiros privados.

26% dos inquiridos tem alguma doença crónica. Doenças cardiovasculares são as que afetam mais famílias em Portugal

O avanço da era tecnológica e a evolução da qualidade dos serviços médicos está a fazer com que as pessoas vivam cada vez mais anos. No entanto, apesar de se conseguir prolongar a qualidade de vida dos cidadãos, existem outros problemas associados a este aumento da esperança média de vida. “Com o aumento do tempo de vida, é inevitável que apareçam cada vez mais doenças crónicas”, admite a socióloga Rita Mendes.

Quando começaram as diferentes gerações?

 Mostrar

“Não são extremamente graves, não são extremamente complexas, são pequenas doenças que vão exatamente necessitando cada vez mais de cuidados de saúde e afetando cada vez mais a qualidade de vida das pessoas”, continua a especialista, referindo que afetam principalmente as populações mais velhas. De acordo com o estudo realizado pela Netsonda, apesar de Portugal ser visto como um país envelhecido, apenas 26% da população revela ter alguma doença crónica — com esta amostra a ser representada por 43% dos Baby Boomers e 32% da Geração X.

Com o avançar da idade — principalmente naqueles acima dos 70 anos, mas não abrangidos pelo estudo — “as pessoas estão cada vez mais doentes e acumulam cada vez mais doenças crónicas”, o que, de acordo com Rita Mendes, “vem criar uma pressão ainda maior, sobretudo nos cuidados de saúde primários, que era onde estas doenças deveriam ser acompanhadas”.

Entre a minoria dos inquiridos que possuem alguma doença crónica, os problemas respiratórios e as doenças metabólicas e endócrinas (como a diabetes) são os mais comuns, com cada um destes exemplos a afetar 20% dos inquiridos. Na Geração X, aqueles entre os 45 e os 60 anos, também pesa a doença reumática e cardiovascular, ambas representando 14% dos casos entre os inquiridos. Na generalidade dos casos, a doença mental (11%) e oncológica (8%) também atingem estas pessoas.

Não têm a maior representatividade na questão das doenças crónicas, mas os problemas cardiovasculares são os que afetam o maior número de famílias em Portugal. 26% dos inquiridos diz que estas doenças predominam no seu seio familiar. “As doenças cardiovasculares e as oncológicas são, atualmente, as principais causadoras da mortalidade nacional. Isto é uma tendência em vários países”, destaca Rita Mendes, apontando para os “estilos de vida mais modernos” como principal causa de incidência destas condições.

“Sedentarismo, consumos de álcool, tabaco, falta de exercício físico”, enumera a professora do ISCSP, que sublinha o “papel essencial” dos cuidados primários, não só em termos de rastreios, como também em termos de acompanhamento da situação individual de cada utente, “quando estabilizada pelos especialistas na rede hospitalar”. Destaca-se que as doenças cardiovasculares são significativamente mais prevalentes entre os homens do que entre as mulheres (17% vs. 5%).

Ainda no contexto familiar, também foram mencionadas as doenças metabólicas e endócrinas (22%), as reumáticas e musculoesqueléticas (21%) e as respiratórias (19%). Por outro lado, 27% afirmam não ter historial de doenças na família.

Neste sentido, as doenças físicas são responsáveis por que 47% da população tenha já recorrido a uma baixa médica. Os mais afetados são aqueles que têm mais de 45 anos, com mais de metade tanto da Geração X como dos Baby Boomers a revelar já ter estado de baixa por este motivo, quando um total de 40% dos inquiridos, onde estão representados maioritariamente os mais jovens (67%), admite nunca a ter solicitado. Motivos familiares são a segunda justificação mais comum (8%) para pedir baixa, seguidos de motivos de saúde mental (5%).

Jovens são os mais acompanhados por psicólogos ou psiquiatras

O tema está cada vez mais presente na agenda mediática e a maioria admite prestar cada vez mais atenção a esta vertente psicológica. 36% das pessoas que responderam ao estudo afirmam ser ou ter sido acompanhadas a nível psicológico ou psiquiátrico — com 12% a fazê-lo atualmente, e os restantes fizeram-no no passado. Ainda 22% admitem que, apesar de nunca terem recorrido a este tipo de terapias, consideram vir a procurar esta opção no futuro.

“As doenças podem ser visíveis ou não visíveis, podem ser diagnosticadas com meios complementares, ou com um raio-x. A parte da saúde mental não é nada disso”, refere Rita Mendes. No entanto, apesar de serem tratadas de formas diferentes, a especialista ouvida pelo Observador destaca que “tem-se vindo desconstruir esta questão da saúde mental” e, assim, valorizando cada vez mais o problema que passa por todas as gerações. “Isto é o reflexo de um aumento da literacia em saúde e da necessidade de perceber que se um diabético tem de ser tratado, uma pessoa que apresenta um comportamento depressivo também tem de ser tratada”, acrescenta.

46% da Geração Z faz ou já fez acompanhamento psicológico. Em comparação, diminui progressivamente à medida que aumentam as idades, acabando com 25% dos Baby Boomers. Mas são essencialmente os jovens que recorrem a estes serviços em Portugal. Para a socióloga, isto deve-se não só à maior atenção e reconhecimento que se dá à saúde mental, mas também à exposição de diversos fatores como as redes sociais e a internet, que se alinham com o “boom” da procura por este tipo de terapias.

Além de ser possível notar uma diferença entre gerações na atenção dada à saúde mental, é possível verificar que também existe uma grande disparidade entre géneros. Se 42% da população afirma nunca ter feito acompanhamento psicológico ou psiquiátrico nem tencionar fazê-lo, esta posição é ainda mais frequente entre os homens (56%) do que entre as mulheres (30%).

Faz ou fez terapia de psicologia ou psiquiatria?

Género

Sim, atualmente
9%
Sim, atualmente
14%
Sim, no passado
18%
Sim, no passado
31%
Não, mas considero fazer
18%
Não, mas considero fazer
25%
Não fiz nem pretendo
56%
Não fiz nem pretendo
30%
Fonte: Netsonda

“Isto não quer dizer que os homens não tenham problemas de saúde mental, mas pode haver uma maior inibição”, admite a especialista, remetendo para possíveis “estigmas” existentes na sociedade portuguesa que, além de justificarem o porquê de haver menos homens a recorrer a estes serviços, explicam que haja “uma maior pressão perante as mulheres”. “Não só por terem que equilibrar melhor o trabalho com a família, a maior pressão para cuidar dos filhos, a questão de haver uma assimetria de salários. Tudo isso pode levar a que as mulheres sejam mais pressionadas”, descreve Rita Mendes, referindo que “há sempre uma maior tensão que efetivamente se reflita em algum momento da vida, num problema de pressão ou de ansiedade que leva as mulheres a procurar mais os serviços de saúde mental”.

14% da população que respondeu ao estudo admitiu estar, atualmente e de forma regular, a tomar medicação para a saúde mental. O número sobe para 35% quando se contabiliza quem os toma ocasionalmente e quem apesar de não o fazer neste momento, já tomou no passado. Para Rita Mendes, estes valores são “preocupantes”.

“Em Portugal, temos vindo a assistir a um aumento do consumo de medicação associada à saúde mental. E são dados realmente preocupantes porque tem vindo a subir o consumo. Mas, sobretudo, está a verificar-se também um aumento do consumo sem controlo médico”, sublinha a professora de Sociologia da Saúde no ISCSP. 43% das mulheres já tomaram medicação para este efeito comparados com 25% dos homens. Como destaca Rita Mendes, estes medicamentos só podem ser vendidos mediante receita médica. Porém,” infelizmente, o que está a verificar, é que há brechas no acesso a este tipo de medicação”.

Restrições alimentares (opcionais) e a prática regular de atividades desportivas

Para a manutenção de um bom estado de saúde — tanto física como mental — os médicos e especialistas recomendam sempre juntar a uma alimentação equilibrada, a prática de exercício físico regular. Relativamente à segunda parte da receita, a prática de desporto — seja num ginásio, ao ar livre ou em casa — é realizada com alguma regularidade pela maioria da população que respondeu ao estudo da Netsonda.

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De uma forma geral, 16% dos inquiridos praticam algum tipo de atividade física diariamente ou quase todos os dias e 36% entre duas a três vezes por semana. Com esta elevada regularidade inserem-se mais de metade dos jovens da Geração Z (57%) e Millennials (55%), enquanto a população mais velha — os Baby Boomers — se divide mais entre os que praticam exercício desta forma regular (41%), e os que nunca ou quase nunca praticam desporto (39%).

Relativamente à alimentação, a adesão a dietas com restrições é relativamente baixa. Na sua maioria — dentro daqueles que praticam uma dieta específica — 26% diz ter uma alimentação exclusivamente omnívora, ou seja, comem alimento seja de origem animal ou vegetal. 14% vive como vegetariano, mas cerca de 9% admite consumir ocasionalmente carne ou peixe. Os veganos (1%) e os flexitarianos (4%) — principalmente vegetarianos, mas que consomem pontualmente produtos de origem animal — não estão tão representados nesta população.

Apesar de não estar discriminado se é por motivos medicamente diagnosticados ou se por preferência dietária, 15% dos inquiridos refere ter algum tipo de restrição alimentar. Destes, 41% apontam para a lactose como principal substância cortada do quotidiano, seguida do açúcar (30%), das carnes vermelhas (21%) e do glúten (20%). “Tem havido uma tendência cada vez maior de preocupação com a questão da lactose ou do glúten, que muitas vezes não tem a ver com uma intolerância total”, admite a socióloga Rita Mendes, referindo que existe esta pequena percentagem de pessoas que opta por restringir a sua dieta, sem qualquer diagnóstico de dificuldade metabólica em digerir determinadas substâncias.

Este inquérito foi realizado pela Netsonda em colaboração com o Observador, entre os dias 11 e 17 de setembro de 2025. O estudo foi realizado através da aplicação de um questionário online junto do painel Netsonda. O universo-alvo é composto por uma amostra representativa de indivíduos com 18 a 64 anos residentes em Portugal continental. Os inquiridos foram informados do objetivo do estudo e demonstraram vontade de participar. Foram recolhidas 800 entrevistas online (CAWI). Esta dimensão amostral está associada a uma margem de erro de 3,46%, com um nível de confiança de 95%.

04/10/2025

(Zero Hedge) Philadelphia Raises Flag For CCP Anniversary Despite Protests, Criticism

O chamado soft power da China é neste momento o principal soft power do mundo. Palermas idiotas da extrema-esquerda e do fundamentalismo liberal aderem a ele sem a menor interrogação das consequências do que estão a defender. As cidades americanas dominadas por afro-americanos negros e pelo partido democrata, como Filadélfia, são um bom caso de estudo.


 
(Zero HedgePhiladelphia Raises Flag For CCP Anniversary Despite Protests, Criticism

Philadelphia raised the flag of communist China at City Hall on Sept. 30 despite criticism and protests from human rights activists and legislators.

The event, co-organized by a group with ties to the Chinese regime, is meant to commemorate the Chinese Communist Party’s (CCP’s) National Day.

Members of the Overseas Chinese Association at the flag-raising event commemorating the founding of communist China in front of City Hall in Philadelphia on Sept. 30, 2025. The Epoch Times

This is not the first time Philadelphia, where the U.S. Constitution was signed, has raised the five-star flag of communist China. It held a similar event in 2019, as did Boston and San Francisco. New York City raised the flag in 2023.

A CCP-linked group had also done so in 2005 in Los Angeles to support “reunifying” China and Taiwan, and editorials in local publications noted that the last time this flag was raised was 20 years ago, when it was torn down immediately by anti-CCP onlookers.

Philadelphia United Chinese Coalition, an association that has hosted CCP United Front groups in Philadelphia, at the flag-raising event in front of City Hall on Sept. 30, 2025. The Epoch Times


Todo o Colonialismo é mau, excepto alguns como o da União Europeia

Nascemos, crescemos e vivemos bombardeados pela contra-cultura europeia com o dogma de que "todas as formas de colonialismo são negativas", sem que a maior parte dos cidadãos sequer se interrogue sobre o que isso significa, ou pense dois segundo sobre quem diz e propaga tal ideia. 

Porém, quando as forma coloniais tomam forma de certos atores e determinadas fontes de Poder, o mutismo é completo. Bom exemplo é o colonialismo da União Europeia, como nesta notícia de que Bruxelas insta Governo a acabar com desconto no ISP - Energia - Jornal de Negócios, medida essa que vai transtornar a vida da larga maioria dos portugueses que ainda não têm poder de compra para se deslocar em veículos elétricos, fortemente subsidiados e isentos de impostos.

Ou seja, o mais acertado é dizer que todo o Colonialismo é mau, excepto alguns como o da União Europeia



28/09/2025

(Politico) How Donald Trump became president of Europe

(Politico) How Donald Trump became president of Europe

The U.S. president describes himself as the European Union’s de facto leader. Is he wrong?

European federalists, rejoice! The European Union finally has a bona fide president.

The only problem: He lives at 1600 Pennsylvania Avenue in Washington, D.C., aka the White House.

U.S. President Donald Trump claimed the title during one of his recent off-the-cuff Oval Office banter sessions, asserting that EU leaders refer to him as “the president of Europe.” 

The comment provoked knowing snickers in Brussels, where officials assured POLITICO that nobody they knew ever referred to Trump that way. But it also captured an embarrassing reality: EU leaders have effectively offered POTUS a seat at the head of their table.

From the NATO summit in June, when Trump revealed a text message in which NATO Secretary General Mark Rutte called him “daddy,” to the EU-U.S. trade accord signed in Scotland where EU leaders consented to a deal so lopsided in Washington’s favor it resembled a surrender, it looks like Trump has a point.

Never since the creation of the EU has a U.S. president wielded such direct influence over European affairs. And never have the leaders of the EU’s 27 countries appeared so willing — desperate even — to hold up a U.S. president as a figure of authority to be praised, cajoled, lobbied, courted, but never openly contradicted.

In off-the-record briefings, EU officials frame their deference to Trump as a necessary ploy to keep him engaged in European security and Ukraine’s future. But there’s no indication that, having supposedly done what it takes to keep the U.S. on side, Europe’s leaders are now trying to reassert their authority.

On the contrary, EU leaders now appear to be offering Trump a role in their affairs even when he hasn’t asked for it. A case in point: When a group of leaders traveled to Washington this summer to urge Trump to apply pressure to Russian President Vladimir Putin (he ignored them), they also asked him to prevail on his “friend,” Hungarian Prime Minister Viktor Orbán, to lift his block on Ukraine’s eventual membership to the EU, per a Bloomberg report.

Trump duly picked up the phone. And while there’s no suggestion Orbán changed his tune on Ukraine, the fact that EU leaders felt compelled to ask the U.S. president to unstick one of their internal conflicts only further secured his status as a de facto European powerbroker.

“He may never be Europe’s president, but he can be its godfather,” said one EU diplomat who, like others in this piece, was granted anonymity to speak candidly. “The appropriate analogy is more criminal. We’re dealing with a mafia boss exerting extortionate influence over the businesses he purports to protect.”

“Brussels effect”

It was not long ago that the EU could describe itself credibly as a trade behemoth and a “regulatory superpower” able to command respect thanks to its vast consumer market and legal reach. EU leaders boasted of a “Brussels effect” that bent the behavior of corporations or foreign governments to European legal standards, even if they weren’t members of the bloc.

Anthony Gardner, a former U.S. ambassador to the EU, recalls that when Washington was negotiating a trade deal with the EU known as the Transatlantic Trade and Investment Partnership in the 2010s, the U.S. considered Europe to be an equal peer.

“Since the founding of the EEC [European Economic Community], America’s position was that we want a strong Europe,” said Gardner. “And we had lots of disagreements with the EU, particularly on trade. But the way to deal with those is not through bullying.”

One sign of the EU’s confidence was its willingness to take on the U.S.’s biggest companies, as it did in 2001 when the European Commission blocked a planned $42 billion acquisition of Honeywell by General Electric. That was the beginning of more than a decade of assertive competition policy, with the bloc’s heavyweight officials like former antitrust czar Margrethe Vestager grandstanding in front of the world’s press and threatening to break up Google on antitrust grounds, or forcing Apple to pay back an eye-watering €13 billion over its tax arrangements in Ireland.

Compare that to last week, when the Commission was expected to fine Google for its search advertising practices. The decision was at first delayed at the request of EU Trade Commissioner Maroš Šefčovič, then quietly publicized via a press release and an explanatory video on Friday afternoon that did not feature the commissioner in charge, Teresa Ribera. (Neither move prevented Trump from announcing in a Truth Social post that his “Administration will NOT allow these discriminatory actions to stand.”)

“I’ve never seen anything like this in my entire career at the Commission,” said a senior Commission official. “Trump is inside the machine at this point.”

Since Trump’s reelection, EU leaders have been exceptionally careful in how they speak about the U.S. president, with two options seemingly available: Silence, or praise.

“At this moment, Estonia and many European countries support what Trump is doing,” Estonian President Alar Karis said in a recent POLITICO interview, referring to the U.S. president’s efforts to push Putin toward a peace with Ukraine. Never mind the fact that the Pentagon recently axed security funding for countries like his and is expected to follow up by reducing U.S. troop numbers there too.

It became fashionable among the cognoscenti ahead of the NATO summit in June to claim that the U.S. president had done Europe a favor by casting doubt on his commitment to the military alliance. Only by Trump’s cold kiss, the thinking went, would this Sleeping Beauty of a continent ever “wake up.”

As for Mark Rutte’s “daddy” comment, it was a clever ploy to appeal to the U.S. president’s ego.

Unfortunately for EU leaders, the pretense that Trump somehow has Europe’s interests in mind and was merely doling out “tough love” was dispelled just a few months later when European Commission President Ursula von der Leyen signed the EU-U.S. trade deal in Turnberry, Scotland. This time there was no disguising the true nature of what had transpired between Europe and the U.S. 

The wolfish grins of Trump White House bigwigs Stephen Miller and Howard Lutnick in the official signing photograph told the whole story: Trump had laid down brutal, humiliating terms. Europe had effectively surrendered.

Many in Brussels interpreted the deal in the same way. 

“You won’t hear me use that word [negotiation]” to describe what went on between Europe and the U.S., veteran EU trade negotiator Sabine Weyand told a recent panel.

Blame game

As EU officials settle in for la rentrée, the shock of these past few months has led to finger-pointing: Does the blame for this double whammy of subjugation lie with the European Commission, or with the EU’s 27 heads of state and government?

It’s tempting to point to the Commission, which, after all, has an exclusive mandate to negotiate trade deals on behalf of all EU countries. In the days leading up to Turnberry, von der Leyen and her top trade official, Šefčovič, could theoretically have taken a page from China’s playbook and struck back at the U.S. threat of 15 percent tariffs with tariffs of their own. Indeed, the EU’s trade arsenal is fully stocked with the means to do so, not least via the Anti-Coercion Instrument designed for precisely such situations.

But to heap all the blame on the doorstep of the Berlaymont isn’t fair, argues Gardner, the former U.S. ambassador to the EU.

The real architects of Europe’s summer of humiliation are the leaders who prevailed on the Commission to go along with Trump’s demands, whatever the cost. “What I am saying is that the member states have shown a lack of solidarity at a crucial moment,” said Gardner.

The consequences of this collective failure, he warns, may reverberate for years if not decades: “The first message here is that the most effective way for big trading blocs to win over Europe is to ruthlessly use leverage to divide the European Union. The second message, which maybe wasn’t fully taken into account: Member states may be asking themselves: What is the EU good for if it can’t provide a shield on trade?”

The same goes for regulation: Trump’s repeated threats of tariffs if the bloc dares to test his patience reveal the limits of EU sovereignty when it comes to the “Brussels effect.” And that leaves the bloc in desperate need of a new narrative about its role on the world stage.

The reasons why EU leaders decided to fold, rather than fight, are plain to see. They were laid bare in a recent speech by António Costa, who as president of the European Council convenes the EU leaders at their summits. “Escalating tensions with a key ally over tariffs, while our eastern border is under threat, would have been an imprudent risk,” Costa said.

But none of this answers the question: What now? 

If Europe has already ceded so much to Trump, is the entire bloc condemned to vassalhood or, as some commentators have prophesied, a “century of humiliation” on par with the fate of the Qing dynasty following China’s Opium Wars with Britain? Possibly — though a century seems like a long time. 

Among the steaming heaps of garbage, there are a few green shoots. To wit: The fact that polls indicate that the average European wants a tougher, more sovereign Europe and blames leaders rather than “the EU” for failing to deliver faster on benchmarks like a “European Defense Union.”

Europe’s current leaders (with a few exceptions, such as Denmark’s Mette Frederiksen) may be united in their embrace of Trump as Europe’s Godfather. But there is one Cassandra-like figure who refuses to let them off the hook for failing to deliver a more sovereign EU — former Italian Prime Minister and European Central Bank chief Mario Draghi.

Author of the “Draghi Report,” a tome of recommendations on how Europe can pull itself back up by the bootstraps, the 78-year-old is refusing to go quietly into retirement. On the contrary, in one speech after another, he’s reminding EU leaders that they were the ones who asked for the report they are now ignoring.

Speaking in Rimini, Italy, last month, Europe’s Cassandra summed up the challenge facing the Old World: In the past, he said, “the EU could act primarily as a regulator and arbiter, avoiding the harder question of political integration.”

“To face today’s challenges, the European Union must transform itself from a spectator — or at best a supporting actor — into a protagonist.”



21/09/2025

Lições sobre Invasões de Espaço Aéreo na Era das "porque não te kallas"

A 24 de novembro de 2015, a Turquia abateu um caça russo Su-24M na fronteira sírio-turca.

A Turquia afirmou que o caça tinha entrado 1,3 milhas (~2 km) no espaço aéreo turco, enquanto os russos alegaram que o avião foi abatido quando ainda se encontrava no espaço aéreo sírio.

A tripulação do avião de combate — o piloto e o navegador — foi alvejada por rebeldes turcomanos sírios, armados pela Turquia, enquanto desciam de paraquedas. O navegador conseguiu aterrar e foi posteriormente resgatado, mas o piloto, Oleg Peshkov, foi morto ainda em queda, um ato que constitui crime de guerra segundo o Protocolo Adicional I às Convenções de Genebra sobre as Leis da Guerra.

Durante a operação de resgate do navegador, um fuzileiro naval russo também foi morto quando o helicóptero em que seguia foi atingido por fogo inimigo.

A Rússia retaliou de imediato, acabando com a isenção de vistos para cidadãos turcos, limitando a permanência destes no país, impondo restrições às empresas turcas, restringindo importações da Turquia, desincentivando agências de viagens russas a publicitar pacotes turísticos em estâncias turísticas turcas e proibindo voos charter para aeroportos turcos.

Na Síria, a Rússia retaliou com uma intensa campanha de bombardeamentos aéreos contra os rebeldes sírios, destruindo vários comboios do ISIS que transportavam petróleo para a Turquia e enfraquecendo a defesa de Alepo, o que permitiu ao Exército Árabe Sírio obter grandes avanços dentro da cidade e nas áreas circundantes.

A 29 de junho de 2016, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, telefonou a Vladimir Putin e pediu desculpa pelo abate do avião. Após esse contacto, a Rússia começou a levantar gradualmente as restrições comerciais e de viagens impostas à Turquia. No que respeita à Síria, a Turquia e a Rússia lançaram, meses depois, as Conversações de Paz de Astana.

Pouco depois, a Turquia celebrou um acordo para a aquisição do sistema russo de defesa antiaérea S-400.

Fonte: Telegram

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On November 24th 2015, Turkey shot down a Russian Su-24M fighter jet over the Syrian-Turkish border. 

Turkey claimed the fighter jet had flown 1.3 miles (~2km) into Turkish airspace while the Russians claimed the fighter jet was shot down while in Syrian airspace.

The warplane's crew: the pilot and navigator, were shot at by Turkoman Syrian rebels, who were armed by Turkey, while descending with parachutes. While the navigator landed and was subsequently rescued, the pilot, Oleg Peshkov, was killed while he was parachuting, an action which constitutes a war crime under the Additional Protocol I to the Geneva Conventions on the Laws of War.

During the rescue effort to save the navigator, a Russian marine was also killed when the helicopter he was traveling with came under fire.

Russia retaliated swiftly, ending visa-free travel for Turkish citizens in Russia, limiting the stay of Turkish citizens in the country, added restrictions on Turkish businesses, restricted Turkish imports, Russian travel agencies were discouraged to advertise package holidays in Turkish resorts and banned charter flights to Turkish airports. 

In Syria, Russia retaliated with a massive air bombing campaign against Syrian rebels, destroying several ISIS convoys moving oil into Turkey and crippling their defense of Aleppo with the Syrian Arab Army making large gains inside Aleppo city and the surrounding countryside.

On June 29th 2016, Turkish president, Recep Tayyip Erdogan would call Vladimir Putin and apologised for shooting the plane. After the call, trade and travel restrictions placed on Turkey begun being lifted gradually by Russia. In regards to Syria, Turkey and Russia launched months later, the Astana Peace Talks.

Soon after, Turkey struck a deal for Russia's S-400 SAM system.

Fonte: Telegram


Filme (de 2021) sobre os acontecimentos trágicos de 2015 acima descritos:


14/09/2025

Antena 1 ao Serviço do PS

 


O Luís Osório é um otário. Um lamechas, pedante, irritante. Já muito foi escrito sobre essa triste figura, adotada como palerma oficial da Situação pela burguesia pequeno-labrega que saiu vencedora do 25 de Novembro.

O Luís Cacofonix Osório passava despercebido ao A Cartilha, não fosse o facto de ter começado hoje um programa na Antena 1 chamado Vencidos, em que para o maior dos espantos replica o que fazia no programa ‘Política Com Palavra’, do Partido Socialista (social-democrata).

Para cúmulo do descaramento e da ética, o emplastro convidou o ex-candidato a presidente da república, ex-pretendente falhado a primeiro-ministro e ex-bobo da corte do eurogrupo devido ao seu inglês macarrónico e vazio intelectual (na linha de Sócrates e bruxo Costa), e enxovalhado por ter sido o único a ver recusada a recandidatura e a cumprir apenas um mandato, enquanto era troçado como "ronaldo". Parece que pouca gente se apercebeu da vergonha que se passou em Bruxelas e que só foi noticiada pela imprensa estrangeira, mas todos já perceberam que falo de Mário Centeno, um cromo ao nível de Luís Cacofonix Osório.

Ora tudo isto seria normal se não fosse feito com dinheiro público, por um tipo que se autointitula "jornalista" mas que duvido que ainda tenha a carteira oficial, depois dos fretes que fez ao grupo organizado do partido socialista. Para tirarem as dúvidas, vejam o que passou hoje na Antena 1 e o que este emplastro fazia:

Vencidos Episódio 1 - de 14 set 2025 - RTP Play (Hoje, na rádio pública)

 

‘Política Com Palavra’, ao serviço do grupo organizado "Partido Socialista" 

Os Tribunais Políticos social-democratas


Caso Ihor Homeniuk: filha leva ministra da Administração Interna a tribunal por promessa falhada - Expresso

Temos vindo a alertar para o perigo da politização da Justiça (ainda recentemente com A Cartilha: Justiça para Aissa Ait Aissa - Será a extinção da PSP?) e dos tribunais políticos que julgam casos que envolvem imigrantes que espalham o alarme social (como no caso de Aissa Ait Aissa) ou tentam entrar ilegalmente no país (como no caso de Ihor Homeniuk).

No último caso citado, para além da criminosa indemnização aplicada com dinheiros extorquidos e pertencentes ao Povo Portuguez, a parola da atual ministra da Administração Interna, que à época era provedora de Justiça (ver imagem), ainda tinha prometido uma indemnização à filha do agressivo imigrante ilegal que tentou invadir Portugal, como se estivesse na fora-da-lei praça de Maidan.

Para além da indeminização pornográfica, a que nenhum cidadão luso algum dia teria direito, a filha do imigrante ilegal vem agora reivindicar um benefício a que nenhum dos jovens Portugezes tem direito; mas uma ucraniana julga que tudo pode de Portugal, habituados que estão à lei da violência e chantagem que é costume no seu país, e como se os 712.950 euros desviados pelo regime do 25 de Novembro para a conta bancária da família ainda não bastassem. 

Se a ministra do regime acha que ela pode ter os estudos pagos, pois bem, que os pague do seu próprio bolso e deixe os dinheiros que pertencem à Nação.



Limpeza Étnica Em Curso - Reflexo no Ensino

Os dados das novas provas de aferição, as designadas Provas de Monitorização das Aprendizagens (MODA), foram tornados públicos e as duas provas rainhas foram:
- Inglês;
- Português Língua Não Materna.

Pela negativa, a pior disciplina foi Português (daquele verdadeiro, de Portugal).

A injeção de quase dois milhões de estrangeiros no país, principalmente vindos do Brasil, África negra e Indostão apresentam agora os seus efeitos negativos no ensino, que vai dividir o outrora sonho de um ensino igual para todos em três grupos:
- as elites estrangeiradas e ricas, que frequentam as muitas escolas anglo-saxónicas ou o colégio alemão ou a escola francesa;
- os portugueses, que com algumas posses ou muito esforço colocam os filhos em escolas privadas ou nas poucas escolas públicas de qualidade que restam;
- o povo desafortunado pelo local de residência ou incapacidade financeira, que vai ver os seus filhos absorvidos por salas onde reinam as havaianas, os chinelos com peúgas, a cultura da favela e as mais baixas classes sociais do Indostão sujo, incivilizado e pestilento.

Pode ler o artigo original aqui:

«Em quase todas as provas, a média rondou os 50 pontos (numa escala de 0 a 100), verificando-se, no entanto, uma média significativamente superior na prova de Inglês do 4º ano (61 pontos) e de Português Língua Não Materna (58,1 pontos). Aliás, no caso destas duas provas, verifica-se que a percentagem de alunos classificados nos três níveis mais elevados (proficiente 1, proficiente 2 e avançado) ultrapassa os 70%, com 70,5% a Português Língua Não Materna e com 76,7% a Inglês»

«A prova de Português do 6º ano foi a prova com piores resultados: a percentagem de alunos classificados nos três níveis mais avançados foi de 44,3% – no entanto, cerca de 8,5% estão no “nível inicial”, o mais baixo, enquanto 18,9% não passaram do nível básico 1.»



11/09/2025

Sic/Impresa numa guinada à Extrema-Direita


 A Impresa, grupo de comunicação social alinhado ao centro-esquerda (ou mais esquerda-central), de cariz social-democrata e cujo oligarca pertence ao grupo proto-mafioso Bilderberg, procura alinhar-se consoante o regime de acesso ao kapital do momento. Neste caso, o canal que nos habituou a promover fanáticos, histéricos e arruaceiros de esquerda e centro-esquerda, surpreendeu hoje ao apresentar um painel desequilibrado à extrema-direita e sem contraditório (excetuando o palerma do apresentador - que duvido tenha carteira de jornalista - que ia fazendo uns comentários meio infantis e debitando uns lugares comuns ao nível de um simpatizante não-militante do Pan ou Livre). Sinais dos ventos do tempo e de como a oligarquia gosta de se posicionar bem perto de quem controla o Poder. 


 

Iryna Zarutska: video completo (Imagens sensíveis) / Complete Video (Sensitive content)

Iryna Zarutska era uma refugiada ucraniana que procurou santuário nos Estados Unidos da América. Quando voltava do trabalho foi brutalmente assassinada por um afro-americano negro, num ato terrorista bárbaro que impressiona os menos sensíveis. As imagens da violência deste seguidor da cultura nigger transformam qualquer pessoa não-bárbara ou selvagem. 

AVISO: A sua vida mudará depois de ver este video.


09/09/2025

O Futuro: As Duas Franças (2035)

 


As notícias da queda de mais um governo Macronpónico sucedem-se, tal como os vaticínios de que a quinta república está perto do fim. O governo de François Bayrou caiu, e mais uma vez os resultados da política de exploração estrangeira de mão-de-obra tão bem retratados em Submissão, de Michel Houellebecq, e O campo dos santos, de Jean Raspail, mostram como uma das sociedades mais cultas e evoluídas do mundo de transformou num dos mais primitivos, fragmentados e obscuros cantos da europa incivilizada.

O destino desta clivagem será a separação entre a França periférica, rural e humanista, e a França liberal, europeísta e exploradora. O ponto de não retorno será o Frexit, o debate sobre a saída da França do Império Europeu, que originará as duas Franças. Teremos a França Livre ou França Ocidental, independente e com capital em Vichy, e a França Oriental, ou Franco-Europeia, com capital em Bruxelas e pertencente ao império da União Europeia.

A França Livre terá a peculiaridade de possuir um um corredor especial de ligação à Suíça, sendo que os afro-muçulmanos que queriam ir do norte da França Oriental para o Sul da França Oriental terão de contornar a Suíça.

Ignorância Europeia, Paciência de Chino

Quando o desvario da Bruxelas parece não poder passar de mais um pacote de sanções contra a invasão russa - o XIX pacote de sanções inúteis!! - eis que nos deparamos com mais um erro crasso das madames de Bruxelas e do bruxo Costa, anunciada pelo Financial Times. Tal parolice que arrisca mesmo a ficar nos anais da história como uma das medidas mais estúpidas jamais aparecidas: aplicar sanções à super-potência asiática, a China.

A impreparação, ignorância e irresponsabilidade do indivíduo que arruinou a sociedade Portugueza ao inaugurar uma política de fronteiras abertas prepara-se agora para "castigar" os nada incautos e inocentes chineses com uma trapalhona estratégia de chantagem do bruxo Babbush.

Perante tal tramoia, é caso para respirar fundo e recorrer à "paciência de chinês".

O império da UE está no bom caminho para o seu desmantelamento, com gentalha deste calibre ao seu leme.

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EU weighs sanctions on China for Russian energy imports

Discussions come after Trump administration signals willingness to go after Moscow’s revenues


EU officials are discussing potential sanctions against China and other third countries for purchasing Russian oil and gas, in response to growing US appetite to curb Moscow’s ability to fund its war against Ukraine.

US President Donald Trump has said he is open to new measures targeting Russia in conjunction with the EU, after previous efforts to force President Vladimir Putin into peace talks failed.

EU officials and diplomats began negotiations on Sunday over what could feature in a new sanctions package, with potential secondary sanctions against China — a major buyer of Russian oil and gas — raised in many of the discussions, according to three people briefed on the preliminary talks.

A delegation of EU officials was separately expected to travel to Washington on Monday to discuss Russia sanctions with Treasury officials.

Trump on Sunday said he was “not happy” with Russia, adding that “certain European leaders are coming over to our country on Monday or Tuesday . . . individually . . . and I think we are going to get that settled”.

Asked when he would speak to Putin next, he replied: “Very soon, over the next couple of days . . . The Russia-Ukraine situation, we are going to get it done.”

The EU secondary sanctions proposals are “very early stage”, one of the people said, and are unlikely to be adopted unless the US also targets China’s energy imports.

Secondary sanctions are controversial and would require unanimous backing by the EU’s 27 members — with Hungary and potentially Slovakia likely to oppose the move. But Trump has in recent days increased the pressure on Europe to completely wean itself off Russian energy, with the two central European nations still largely dependent on gas and oil imports from Russia.

German chancellor Friedrich Merz warned on Monday that European dependencies on China for critical minerals and other raw materials “make us vulnerable to blackmail” as he stressed the importance of diversifying trade. 

The European discussions on targeting China and other major importers of Russian energy come after the Trump administration imposed a 50 per cent tariff on Indian imports in response to the country’s continued purchase of Russian oil.

But the EU is reluctant to follow suit on India, as it would run counter to the bloc’s efforts to deepen trade relations with the world’s largest democracy.

The EU has also been reluctant to punish China for fear of retaliation against European companies despite Beijing’s deep ties to Moscow. China is the EU’s second-largest trading partner after the US.

The bloc targeted two small Chinese banks in its last sanctions package for allegedly enabling the trade of prohibited goods with Russia, in a move that officials said was a test of its legal framework for expanding its restrictions to China.

China overtook the EU after the 2022 full-scale invasion to become the largest importer of Russian oil. Last year, it imported about 2mn barrels a day, including about 1.3mn b/d by sea and about 800,000 b/d delivered through two pipelines, according to energy consultancy Kpler.

Putin attended Chinese President Xi Jinping’s military parade last week and in a sign of their deepening ties, China is preparing to reopen its domestic bond market to major Russian energy companies and the two countries have agreed on a major new gas pipeline project.

Historically, western sanctions have failed to crimp China’s appetite for cheap, sanctioned crude. The US, for example, has imposed secondary sanctions on Chinese shipping companies, traders and refineries since 2019 for continuing to import oil from Iran but the measures have had little impact on the trade.

In a statement to the Financial Times last month regarding its continued purchases of Iranian oil, the Ministry of Foreign Affairs in Beijing said China has “consistently opposed illegal unilateral sanctions” that lack UN Security Council authorisation and that “normal co-operation between countries” was justified.

The European Commission said: “We are at a crucial moment as regards our action vis-à-vis Ukraine, we are in the process of preparing our next sanctions package.”

Two of the people briefed on the preliminary talks said that any progress on EU secondary sanctions would require the full backing of the US and co-ordination with Washington. Chris Wright, US energy secretary, is expected in Brussels on Thursday for talks with his EU counterpart Dan Jorgensen.

Wright told the FT on Monday that the EU needed to end its own purchases of Russian oil and gas if it wanted the US to impose more sanctions on Moscow.

Jorgensen has said that the EU will stick with its plan to have phased out Russian fossil fuels by 2027, despite pressure from the US administration to accelerate the process. Hungary and Slovakia have so far resisted calls from other European capitals to halt their Russian oil and gas imports, and other EU states also continue to buy Russian liquefied natural gas.

Jorgensen said on Friday that for Europe’s own supplies of Russian energy the objective is “very, very clear. We want to stop the import as fast as possible . . . this is not a temporary sanction, this is something that will stand.”


07/09/2025

Serviços Públicos Prioritários

 

O Jornal de Negócios publica a abertura de um novo balcão da nacionalidade, destinado a todos os imigrantes que aguardam a nacionalidade portuguesa, bem como empresas de advogados e solicitadores representantes de judeus e indianos com acesso à nacionalidade de conveniência. Este novo balcão acresce aos já 17 balcões e 24 polos da nacionalidade para novos portugueses já abertos anteriormente.

A prioridade do regime de Novembro podia ser a reabertura de maternidades, centros de saúdes, conservatórias ou escolas, mas prefere privilegiar judeus, indianos e novos portugueses das mais variadas cores e cheiros. 


 

A Questão de Regime


Aparentemente e segundo relatos na imprensa, um funicular ao serviço da empresa municipal Carris em serviço na travessa da Glória desgovernou-se e colidiu com dois postes, embatendo por fim num prédio. O incidente, que não sabemos ainda se foi de origem terrorista ou negligente, causou vítimas, para além de avultados danos materiais, e uma missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa e discípulo da ONG João XVI/Francisco I, foi realizada em homenagem dos mortos. 

Na assistência, entidades oficiais e oficiosas, separados no espaço e na aglomeração, distinguem dois mundos: o maçónico e republicano, constituído por fundamentalistas fanáticos, oportunistas, narcisistas e sociopatas, e a da sóbria e ponderada família real encarregue por Deus de garantir a prosperidade e continuação de Portugal por muitos anos. Porque o falhanço do Portugal Liberal e Republicano é também uma questão de natureza de regime.

31/08/2025

Prémio Capitão Moura da Economia

Um certo individuo que desconheço a origem e passado escreveu esta semana no ECO um dos artigos mais inúteis e ridículos que me lembro de ter alguma vez lido num jornal que não o Público ou o Expresso. Tentei reler várias vezes e ver o que se podia aproveitar, mas sem sucesso. O Dr. Ricardo Valente é sem dúvida o principal candidato ao prémio Capitão Moura da Economia 2025.


(FT) How a rural exodus stoked Europe’s deadly wildfires

Interessante artigo publicado pelo Financial Times sobre a causa principal dos fogos em Portugal: a desertificação do interior. A ler.

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(FT) How a rural exodus stoked Europe’s deadly wildfires

Movement of farm workers to cities in recent decades has created vast areas of flammable brush on abandoned land

The deadly wildfires raging across Europe this summer were supercharged by a long pattern of depopulation that has hollowed out the continent’s rural communities. 

Record-breaking heatwaves linked to climate change drove the fires that have killed residents and firefighters from Spain to Turkey, but ministers and experts say the blazes were especially destructive because they spread unobstructed across abandoned farmland.

Decades of migration from rural villages to urban areas by people seeking work have turned vast expanses of former farmland into highly flammable wild vegetation. About 20 people were killed by fires in Greece, Turkey and Cyprus in June and July, followed by at least eight deaths in Spain and Portugal this month.

“As rural areas empty, abandoned land fuels wildfires,” said Lamia Kamal-Chaoui, director at the OECD’s Centre for Entrepreneurship, SMEs, Regions and Cities, which has warned about the harms of rural decline. “The answer lies in pairing strong prevention and fire-response measures with efforts to revitalise and sustain rural economies.” 

Cities such as Los Angeles have suffered wildfire damage exacerbated by a parallel trend: city residents searching for more space have driven a sprawl of new housebuilding in fire-prone semi-rural areas.

“Here it’s the opposite,” said Víctor Fernández García, an expert in forestry and farming at the University of León in one of the worst-affected Spanish regions. “The brushland and the forests are invading the villages.”

In north-west Spain, firefighters struggled to control a blaze this month, while transport links were severed and thousands of people were evacuated as an area more than twice the size of metropolitan London burned.

By Thursday, 402,000 hectares had been scorched as fires still raged — the largest area of damage in Spain since 1994, according to the European Forest Fire Information System (EFFIS).

Spanish energy and environment minister Sara Aagesen said it was vital to reverse the trend of “rural abandonment” and step up efforts to reduce the “fuel load” of unmanaged vegetation through pruning, brush clearing and renewed grazing.

Prime Minister Pedro Sánchez has said the catastrophe is proof that “the climate emergency is progressing at an ever faster pace”. His ministers have drawn a direct link between the fires and the most intense heatwave since records began in 1975, in which temperatures surged above 40C at an average of 4.6C above the seasonal norm.

Earlier in the year, unusually heavy rains had sated a drought but also created a burst of lush, combustible vegetation.

A study by World Weather Attribution found climate change made the June and July wildfires in Greece, Turkey and Cyprus 10 times more likely.

Sánchez has called for a cross-party pact to deal with climate change, but was rebuffed by the People’s party (PP), the conservative opposition. PP leader Alberto Núñez Feijóo was ridiculed for suggesting that Spain set up a national database of “pyromaniac” arsonists and track them with ankle tags.

In Portugal, the area affected is half the size of the territory burned by devastating fires in 2017, which killed more than 60 people. Spain and Portugal combined account for two-thirds of all the land ravaged by fire in Europe this year, according to the EFFIS.

The decline of rural agriculture has exposed many villages that used to be protected by animal enclosures, grazing plots and vegetable patches, which acted as firebreaks, said Fernández García.

In Spain’s León province, the number of sheep and goat farms dropped from almost 34,000 in 1962 to just over 1,000 in 2020. “The villages were not in such danger back then,” he said.

The OECD warned last year that a similar pattern was stoking fires in Greece. “This is not just Spain’s problem but a European one,” said Kamal-Chaoui.

While depopulation has reduced the number of people threatened by fire in shrunken villages, it has also created communities of mostly elderly people who are more vulnerable.

In Molezuelas de la Carballeda, a fire-menaced village in Zamora, Spain, the population has fallen by almost half to 47 in the past decade and the average age of residents is 70. Mayor Alexandre Satue Lobo said it had been “a little complicated” to evacuate those who were in wheelchairs or housebound for other reasons.

Francisco Martín Azcárate, an ecology professor at the Autonomous University of Madrid, said the policy response should include the regular removal of scrub through controlled fires, whose use has been limited by restrictive regulations.

“It’s impossible for there to be no fires. There always have been fires, and there always will be,” he said.

“But we’ve gone from very frequent but small fires, which didn’t cause major problems, to fires that are vast and very intense. Mega-fires with extremely high temperatures and the capacity to spread across tens of thousands of hectares, which are practically impossible to fight with the resources we have.”

On top of the unmanaged spread of brush, Martín Azcárate said a now fading vogue for planting new forests had increased the volume of potential fuel for fires. He argued that towns and villages should be protected by clearing perimeters around them with little or no vegetation.

In Portugal, José Pereira, a researcher at the country’s Forest Research Centre, said reviving pastoral herding was one way to re-diversify rural land use. Although pastoralism declined due to dwindling profits, Portugal has launched modest experiments with public funds to try to make it work again.

“It is to a very large extent a rural development problem,” Pereira said. “How do we try to maintain a local population that constitutes a minimal labour force capable of managing the land?”

26/08/2025

A RTP1 como simbolo máximo da parolice e saloismo nacional

 I Love Portugal, Felp, The voice, Got Talent ... e muitos mais são nos nomes que envergonham quem tem orgulho na cultura e carácter Portuguez.

Nos últimos anos o canal um da RTP tem-se dedicado a escolher nomes estrangeiros para os seus programas, quase sempre alimentados pela mesma classe pseudoartística que há décadas vive parasitando nos fundos extorquidos ao Povo Portuguez através da taxa da RTP.

Quando a televisão nacional devia ser quem mais defenderia a Cultura Portugueza (por falar nisso, quando voltam as touradas em direto?), são quem mais denigre e obscurantiza a Língua de Bocage.

Um país sem elites culturais, tomado pela escumalha de Novembro a quem certamente Vítor Sobral se queria referir quando recentemente referiu estas acertadas palavras:


A Doutrina Charter como estímulo ao Ensino Superior

Na foto, Dr. Paulo Futre e Dr. António Costa

Os mais recentes resultados de entrada no ensino superior, referentes à primeira fase do concurso nacional, surpreendeu a opinião pública pela quebra no número de colocações. Das 32 instituições de ensino superior metade perdeu mais de 20% de alunos, e quatro politécnicos houve onde o número de estudantes nesta fase de colocações caiu mais de 40% - todos eles localizados no interior do país.

As razões apontadas na comunicação social são várias: preço dos quartos, redução no facilitismo nos exames de acesso, rejeição da mudança para o interior, quebra demográfica, opção pelo ensino profissional, de tudo um pouco tem aparecido. Porém as soluções apresentadas são reduzidas.

Num país sério, este fenómeno seria encarado como o mercado a funcionar normalmente e a eliminar os cursos que sofrem quebra na procura pela ausência de qualidade oferecida.

Mas em Portugal, onde as clientelas que vivem nas instituições de ensino público povoam os partidos, e os partidos vivem dos orçamentos e distribuem empregos nos municípios para os seus militantes, há que fazer de tudo para que essas torres de babel não desapareçam.

Na opinião d'A Cartilha, a melhor forma de o fazer é aplicando a Doutrina Charter, teorizada por Paulo Futre e colocada em em prática pelo mago da chico-espertice saloia, Dr. António Costa. A entrada em massa de mais de um milhão de imigrantes subdesenvolvidos já salvou a Segurança Social, o SNS do Doutor Arnaut e a Escola Pública. Temos a certeza que uma ponte aérea idêntica à que a Junta de Salvação Nacional organizou em África, poderá trazer centenas de milhares de estudantes africanos para salvar o Ensino Superior. Replicar esta ponte aérea no Brasil e na Índia (com condições de acesso +23 a estudantes do Ceilão, Paquistão, Nepal, Bangladesh e Birmânia) poderia
 trazer ainda mais estudantes. É apenas necessário haver vontade política e aviões para fretar.

25/08/2025

(BBG) How Weapons of Mass Destruction Became Popular With ESG Investors - Video

As iniciativas das políticas ESG (Governação, Social e Ambiente) são mais um dos pilares de controlo político e social das sociedades por parte das elites liberais. Focadas essencialmente nas empresas, 80% desses investimentos ocorrem na União Europeia, o eterno bobo da corte burguesa.

Tudo seria normal, não fosse o facto dos maiores investimentos de fundos ESG ser atualmente feito na produção de armas de destruição maciça. como conta a Bloomberg em video. Nada acontece por acaso:


Quem não conseguir ver o video acima pode ver no sítio ofcial da Bloomberg.

(FT) Rich economies will need foreign workers to fuel growth, policymakers warn

Depois de abolidas as escravaturas, o feudalismo, a servidão e a exploração industrial no Ocidente, a política dos ricos de exploração da mão-de-obra pobre passou colidir com os valores populares, motivo pelo qual as elites liberais tiveram de se virar para um outro nicho de pobres dispostos a trabalhar por tuta e meia: os imigrantes pobres. 

É por esta razão - entre outras menores - que os movimentos nacionalistas e identitárias são alvo de fogo cerrado pela maioria das elites liberais. As intenções são plenamente assumidas, como podemos ler neste artigo do Financial Times:

Rich economies will need foreign workers to fuel growth, policymakers warn

Central bankers say low birth rates in world’s largest economies pose threat to productivity and prices
Christine Lagarde, Kazuo Ueda, and Andrew Bailey walk together outdoors, with Bailey gesturing as they converse.
BoJ governor Kazuo Ueda, ECB president Christine Lagarde and BoE governor Andrew Bailey sought to highlight the economic challenges posed by ageing populations © REUTERS
current progress 71%
Claire Jones in Jackson Hole, Wyoming
Published
The world’s largest economies will lack the workers they need to power growth and keep prices stable in the coming decades unless they attract more foreigners, top central bankers warned.
Speaking at an annual gathering of leading policymakers in Jackson Hole, Wyoming, the heads of the Bank of Japan, European Central Bank and Bank of England all sought to highlight the challenge to economic growth posed by ageing populations.
Kazuo Ueda, BoJ governor, told the Kansas City Federal Reserve’s annual symposium that his country’s rapidly ageing society had made labour shortages one of the country’s “most pressing” economic issues.
While foreign workers accounted for just 3 per cent of the labour force in Japan, Ueda said, they had been responsible for half of the recent rise in labour force growth. “Further increases will surely require a broader discussion,” he said.
Across rich economies birth rates are at historically low levels, while people are living much longer. That has raised so-called dependency ratios, meaning that a far higher share of the population is no longer of working age.
ECB president Christine Lagarde said an influx of foreign workers would play a “crucial role” in countering the negative impact of demographic trends on economic growth.
Lagarde noted that without an influx of foreign workers, the euro area would by 2040 have 3.4mn fewer people of working age.
The Eurozone’s labour market came through the pandemic in “unexpectedly good shape”, partly because of more older workers, but “even more” importantly due a rise in the number of foreign workers, she said.
“Although they represented only around 9 per cent of the total labour force in 2022, foreign workers have accounted for half of its growth over the past three years,” Lagarde said. “Without this contribution, labour market conditions could be tighter and output lower.”
BoE governor Andrew Bailey said that the “acute” challenge that demographics and declining productivity posed to the UK economy had not been emphasised enough.
Attracting workers to fill labour shortages will be essential in keeping growth on track in the coming decades, economists believe — despite the rising pressures of populism and public sentiment souring on immigration.
Central bankers predict population ageing will not only lower output but also risks pushing up inflation, as workers would be able to demand higher wages in an environment where labour shortages were widespread.
By 2040, 40 per cent of the UK population will be older than the standard working age group of 16 to 64, Bailey added.
The UK has also been hit by a fall in labour force participation rates, driven by a rise in the number of people defined as “long-term sick” and a significant drop in young people in work — two factors that Bailey suggested might be intertwined.
Mental health was the most common reason, he said, describing it as “a very concerning development”.
The BoE has become “much more focused on [measuring] inactivity” than on unemployment, Bailey said — although he acknowledged that labour force participation, and the reasons for its decline in the UK, were harder to measure than headline unemployment data.
While more older women continued to work, the same was not the case for men, he added.

24/08/2025

Delírios da Visão que levam à falência


A decadência do jornalismo é um dos temas que aqui estudamos e analisamos, e a revista Visão a sua mais recente vítima, às mãos de Luís Delgado.

Uma fulana, de nome Margarida Davim, e ao que tudo indica ex-jornalista (não conseguimos confirmar se ainda tinha carteira profissional) é uma dessas gentes do ramo caídas em desgraça que se agarrou aos biscates e faz pela vida.

Escreve esta semana na moribunda Visão um artigo que espelha bem a contradição em que esta gente, ativistas extremistas de esquerda, vive.

Intitulado Ao trabalho! Uma enxada para cada nacionalista, faz a defesa da política de exploração da mão de obra imigrante da economia, de onde destaco esta pérola que consegue juntar a crítica crónica aos Portugueses, o desconhecimento da Ética Católica no espírito Capitalista, e a defesa ideológica de uma economia subdesenvolvida como motor do país:

Por muito que os portugueses se tenham matado sempre a trabalhar, as elites nacionais fugiam como o Diabo da cruz da ética protestante do trabalho. Hoje, essa fuga ao trabalho é incutida nos filhos pelas classes a quem o 25 de Abril deu instrumentos de mobilidade social.

Esta conjugação cria a tempestade perfeita onde os extremistas que advogam e escrevem tais delírios são as primeiras vítimas, com a falência da Visão.

Tal como a revolução devora os seus criadores, o fanatismo devora os seus propagandistas.

23/08/2025

A tiragem diária do DN não chega a mil exemplares

O Diário de Notícias é um dos jornais portuguezes mais antigos, e o mais antigo dos jornais de cobertura nacional (1864). Outrora respeitável e fonte fidedigna de informação, caiu na rede de Marcelinos, Câncios e restante canalha fundamentalista e socrática. Depois vieram os acionistas obscuros, bem ligados a meios políticos a quem tentam agradar e influenciar a mórbida opinião pública portugueza.

Num artigo recente ficamos a saber que em média o Diário de Notícias vende menos de mil exemplares por dia.

Perplexo e chocado, fui investigar e aprofundar o tema e descobri que a tiragem média diária é de 936 exemplares
.

Não é só empobrecimento das sociedades que força o jornalismo a vender os leitores como mercadoria, em vez de vender informação de qualidade, e trocá-la a quem compra espaços publicitários. Neste caso, foi o poder político da social-democracia do PS burguês e corrupto e os próprios ativistas extremistas e autointitulados jornalistas que colocaram o nosso Diário Notícias a caminho dos Cuidados Continuados.


A Desconstrução Europeia em Video

Um dos momentos mais hilariantes desta semana que passou foi a entrevista à BBC (feita em jeito propagandístico) da estoniana responsável pelas relações externas da organização e potência regional imperialista União Europeia. A descompensação da outrora respeitável e notável civilização europeia, a desconecção com a realidade e a incapacidade de um quadro medíocre e diplomaticamente iletrado são notórias.

Há quase vinte anos um alto representante da Comissão europeia disse-me, num corredor vazio e informalmente, que a UE não duraria mais cinco anos. O triunvirato der Leyen, Katja e Tónho Costa parecem encarregar-se dessa premonição falhar no desiderato por quinze anos.


O vídeo pode ser visto no sítio original.



Em baixo, a modelo estoniana e dona de casa Katja Kallas.



22/08/2025

Primeira Guerra Pós-Moderna (2022-2025)

Para todos aqueles que como eu são adeptos e fãs da guerra, este último conflito na Ucrânia apresenta-se como um marco histórico na utilização da tecnologia no campo de batalha.

Do ponto de vista histórico militar-tecnológico podemos mesmo considerar este conflito como a Primeira Guerra Pós-Moderna, onde drones, robos, IA e guerra eletrónica passam a ter preponderância sobre aviação, carros de combate, canhões, mosquetes ou quadrigas.

Em baixo, fica o vídeo de ucranianos a usar robots armados com metralhadoras:

Robots aproximaram-se do inimigo a curta distância e, através de altifalantes, ofereceram às tropas russas a oportunidade de se renderem. Se recusassem, os robots abrem fogo. Segundo os ucranianos, estes sistemas já estão disseminados no exército ucraniano.