Dez anos depois, A Cartilha está de volta.

17/03/2026

MIGA - Fazer Israel Grande Novavamente

 



Trump perdeu-se - não perdeu, mas está tropeço e a partir de agora não se vai conseguir reerguer, emaranhado que está pelos grupos de interesses sionistas que JFK e Nixon denunciaram. E não foi vítima de uma teoria da conspiração da rede de Epstein, mas no grupo lobista registado AIPAC. 

Os goyim dos MAGA foram usados por Isarael para promover o estado de guerra permanente e a expansão de Israel, e caíram na armadilha ao atacar o Irão e legitimar nova ação sionista no sul do Líbano.

O movimento MAGA passou agora a ser conhecido por MIGA - Fazer Israel Grande Novavamente (Make Israel Great Again).

Mais leituras sobre o tema:

(JP) Who are the Jews in Trump’s inner circle and how will they affect his second term?

(Axios) "No imminent threat": U.S. Counterterrorism Center head resigns over Iran war



A Justiça Distópica

A Justiça não é um dos principais problemas de Portugal. A Justiça é o principal problema de Portugal. Uma patologia que mina a estrutura da Nação, descredibiliza a atividade política, corrói a coesão social e a crença num futuro melhor. E não o faz apenas por se entrelaçar com o pior do poder político, por se desculpar com projetos e propostas de lei que impedem a criminalização do enriquecimento ilícito, branqueiam a pedofilia das altas esferas como no escândalo Casa Pia, e bloqueiam as leis anti-corrupção dos servidores públicos, clientelas e lóbis que se alimentam do orçamento de estado. Não, a responsabilidade não emana das leis mal feitas, mas da pobre qualidade humana daqueles que são recrutados para as funções onde a hombridade, os valores, a proteção da comunidade e todo e qualquer elementar bom senso são substituídos por valores de uma revolução cultural supra-humana e uma desumanidade ideológica. Sem formação humana - ou com uma muito fraca - e forte componente ideológica pós-leninista, os serventes da Justiça passa a ser meros farrapos humanos. Esta entrevista mostra bem a ausência de qualidade humana destes seres fracos e moles, sem estrutura ou orgulho, numa realidade distópica que apenas pode levar ao vazio do relativismo, à imolação da civilização portuguesa e ao desaparecimento de todo o património imaterial de uma nação: 

Vencidos Episódio 9 - de 01 mar 2026 - RTP Play

A não perder.

17/02/2026

A Decadência do Ocidente Explicada em Três Frases

"It doesn't matter what is true, it only matters what people believe is true."
Paul Watson (fundados da Greenpeace)

«Os países burgueses são de tal forma estúpidos e gananciosos que um dia eles próprios nos vão vender a corda com que os enforcaremos»
LENINE

 "É na observação da realidade que eu estabeleço os planos que levam à vitória, mas isto escapa ao comum dos mortais. Muito embora todos tenham olhos para observar as aparências, ninguém compreende como é que eu criei a vitória."
SUN TZU


Cosmoparolismo - Paulo Guinote

 

Cosmoparolismo

 Em despacho de 30 de Janeiro, o reitor da Universidade Nova determinou o que deveria ser óbvio: que “a denominação própria e característica das Instituições de Ensino Superior” deve ser feita de forma “inequívoca em língua portuguesa”, permitindo a designação bilingue das faculdades que o entendam, por exemplo, nas suas comunicações com organizações internacionais, desde que não suprimam a denominação em Português.

Não parece uma decisão disparatada ou insensata, muito pelo contrário. Aliás, o que parece estranho é que Instituições de Ensino Superior públicas se tenham começado a apresentar com designações em inglês (branding). Ou, em nome das alegadas vantagens de marketing da “internacionalização”, a direccionarem para o estrangeiro uma parte substancial do recrutamento dos seus alunos e à maioria das aulas, mesmo quando asseguradas por docentes indígenas, serem leccionadas em língua inglesa.

Em defesa dessas opções alega-se que, assim, conseguem maiores receitas com as matrículas e que a anglicização é um factor importante para a presença dessas instituições em posições de destaque em rankings internacionais. Em particular as faculdades (Schools) de Gestão (Business) e Economia (Economics) parecem cativadas por essa tendência e nota-se em muitos dos seus docentes um especial orgulho em fazerem parte de instituições que se esforçam por apagar a sua ligação a (menos a geográfica, porque o sol, as praias e a comida são trademarks de) Portugal.

A este respeito, para não me alongar no sarcasmo quanto à predominância da imagem em relação à substância, diria que o prestígio de uma instituição não depende da sua designação em língua estrangeira, por universal que seja. As alemãs TUM (Technische Universität München) ou LMU (Ludwig-Maximilians-Universität München) não precisaram de se anglicizar para manterem a sua reputação. A Sorbonne será sempre conhecida como tal. A École Polytechnique de Paris está no topo sem negar a sua origem. A ETH Zürich (Eidgenössische Technische Hochschule Zürich) está em 7.º lugar no QS World University Rankings 2026 sem necessitar de mais do que ter a funcionalidade, agora quase automática, de apresentar as suas informações em diferentes línguas no seu site. As restantes Universidades do Top-10 têm designações em inglês porque estão em países onde essa é a língua oficial (ou uma das oficiais, como em Singapura).

Além disso, no caso de instituições da rede pública, seria de pensar que as suas prioridades se direccionariam para os alunos nacionais e para o desenvolvimento do país, através da formação de capital humano altamente qualificado. Só que, em particular na área de business and economics, está bem à vista que a sua maior especialidade é na formação de comentadores mediáticos ou de autores de estudos de impacto muito discutível no desenvolvimento do “tecido empresarial”, se exceptuarmos fugazes unicórnios.

A Questão da Re-Descolonização

As portuguesas estão a parir menos, é um facto e uma tendência com quase um século - no entanto a novidade é o aumento vertiginoso das parturiente estrangeiras, promovido ao abrigo da política de importação em massa de populações estrangeiras empreendida pelos governos de extrema-esquerda durante a aliança da extrema-esquerda antidemocrática e as alas extremistas do partido social-democrata PS. 

Desse esforço iniciado em 2015, assinala-se agora que Há cinco vezes mais mães estrangeiras do que há dez anos (JN), regista o mesmo órgão de propaganda da Situação que:

Em dez anos, multiplicou-se por cinco o número de mães de outras nacionalidades que tiveram filhos em Portugal. No sentido inverso, os partos de mulheres portuguesas diminuíram significativamente.

Segundo dados oficiais, em várias zonas de Portugal os nascimentos de crianças estrangeiras já são superiores aos nascimentos de indígenas, como um maior número de mães estrangeiras que portuguesas é obtido em vários concelhos da Área Metropolitana de Lisboa como Sintra, Amadora, Odivelas, Barreiro e Seixal. Também no Algarve, os concelhos de Albufeira, Lagos ou Aljezur apresentam um predomínio de mães estrangeiras. Odemira, no Litoral Alentejano, apresenta a mesma realidade.

E estas estrangeiras são apenas aquelas que, legalizadas ou ilegalizadas, conseguem vir parir ao Serviço Nacional de Saúde. Se a estas acrescentarmos todas as estrangeiras que já têm a nacionalidade portuguesa, ilegalmente ou provisoriamente dada pelas forças colonialistas, o número de zonas onde os autóctones já são uma minoria dos recém-nascidos é escandalosamente alargado.

Os estrangeiros, que deviam ser uma minoria numa nação que não seja mole e cornuda, são em Portugal uma realidade em números chocantemente vastos, com uma tendência agressiva de aumento com a natural substituição populacional de gerações de idosos por crianças e jovens.

A esta colonização acelerada de Portugal urge responder com novas políticas de Descolonização, no mesmo modelo aplicado pela Junta de Salvação Nacional e pelo Movimento das Forças Armadas, com a entrega do Poder a movimentos de libertação indígenas lusitanos, a criação de pontes aéreas para retornados e a nacionalização de todos os bens que os estrangeiros não consigam levar com eles, inclusive o parco património imobiliário e os negócios de fachada para encobrimento da receção de fundos europeus e da Segurança Social e de redes de tráfico humano e auxílio à imigração ilegal. A Re-Descolinização de Portugal é um tema que deve ser colocado na agenda mediática e política.

A ditadura burguesa e o regime do socialismo democrático


 

15/12/2025

A Substituição Populacional - A falsa Teoria da Conspiração

 

Tony Blair: "Britain's future has got to be a Nation of Global Citizens. Not just British Citizens" Japan Prime Minister Sanae Takaichi says she’d rather let the population SHRINK than flood the country with low-skilled immigration.
Putin
opposes migrants replacing native population – “Different countries respond to this demographic challenge in various ways, including encouraging uncontrolled, and even chaotic migration to replace the native population ...  Our choice is unequivocal: we support the family as the fundamental basis of Russian society and aim to protect and preserve genuine family values and traditions, which have united and strengthened our country for centuries."

Passos Coelho: “E se tudo se mantiver como está com o reagrupamento familiar e por aí fora, bem, qualquer dia também acontecerá cá aquilo que acontece noutras sociedades em que as pessoas, os nacionais, as pessoas que fazem parte daquela sociedade, se sentem estrangeiras na sua própria terra. Isto era o que anterior primeiro-ministro [António Costa] dizia aos quadros superiores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) quando era por eles alertado ‘Senhor primeiro-ministro, cuidado porque nós estamos a perder o controlo desta situação. Olhe, está a entrar muita gente, a gente nem sabe quem é. A gente nem o certificado criminal pede’. António Costa respondia da seguinte forma: “Isto é mesmo assim, está a perceber? Não pense que é um acaso, é mesmo para isso, é para meter essas pessoas cá dentro, isto é para prosseguir. Já alguém perguntou ao senhor presidente do Conselho Europeu se ele não queria rever essa posição, que trouxe tanto radicalismo a Portugal, tanta insegurança e incerteza na maneira como as pessoas discutem no espaço público”

02/11/2025

(Nikkei) As 'novas Chinatowns' da Tailândia trazem o tipo errado de investimento

O mito do Investimento Direto Estrangeiro é (bem) desconstruído neste artigo do Nikkei. Nem todo o investimento estrangeiro é bom para um país ou está de acordo com o interesse nacional; há investimento que é tóxico, parasitário ou vampírico. Nesses casos deve ser proibido - tal como acontece atualmente no mercado imobiliário em Portugal.

A ler e reflectir:


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(Nikkei) As 'novas Chinatowns' da Tailândia trazem o tipo errado de investimento - Andrew Sharp

A Tailândia continua a ser relevante para a economia global, sendo uma das principais razões a sua abertura ao investimento direto estrangeiro, especialmente no setor imobiliário. Os custos de propriedade relativamente baixos do país, a forte base turística e as relativamente poucas restrições à propriedade estrangeira tornam-no num sector atraente.

Agora, o capital chinês está a adquirir condomínios em Banguecoque e Chiang Mai, com blocos inteiros de apartamentos, supermercados e restaurantes pertencentes ou operados por cidadãos chineses. Em algumas áreas, a sinalização chinesa tornou-se tão proeminente que os moradores locais falam de “novas Chinatowns”.

Neste artigo, Chatchada Kumlungpat e Guanie Lim argumentam que estas novas Chinatowns trazem o tipo errado de investimento, com condomínios de luxo vagos, aluguéis crescentes que prejudicam os habitantes locais e bairros inteiros que parecem estranhos aos próprios cidadãos que os construíram.

“A frustração social está a ferver abaixo da superfície, pronta a transbordar se os ganhos de construção a curto prazo forem priorizados em detrimento da coesão económica e social a longo prazo”, escrevem. “Os tailandeses comuns sentem-se cada vez mais excluídos das suas próprias cidades, enquanto as autoridades e os promotores continuam a perseguir o capital estrangeiro com supervisão mínima.”

"As 'novas Chinatowns' do país realçam uma tensão mais profunda: entre a atração do capital estrangeiro e a proteção dos interesses nacionais. Ignorar este equilíbrio poderia remodelar as cidades tailandesas - e a política - de formas que se revelam difíceis de reverter."

01/11/2025

(Handelsblatt) Cadeias de abastecimento no limite – Alemanha na armadilha

 
(Handelsblatt) Cadeias de abastecimento no limite – Alemanha na armadilha

Matérias-primas, semicondutores, mercados de vendas – por conveniência, a Alemanha tornou-se dependente de Pequim. Por que isso está cobrando seu preço agora e como seria uma saída.


O gato não acena mais: agora a dependência da Alemanha da China para tecnologias-chave está se vingando. Mas há saídas.Foto: Thomas Kuhlenbeck
    Assim como na pandemia do coronavírus, há um risco de gargalos no fornecimento global de chips devido à China. Mas a dependência começou muito antes.As terras raras são matérias-primas indispensáveis para muitas tecnologias importantes. Dado que a China está repetidamente a restringir artificialmente a oferta, a Alemanha também procura agora alternativas.A produção nacional de chips está aumentando porque empresas como TSMC e Bosch estão trabalhando juntas. No entanto, os fabricantes de automóveis europeus dependem quase inteiramente de fábricas na Ásia. Leia por que isso está aqui.

Martin Welcker é provavelmente um dos milhares de empreendedores cujos negócios dependem das relações entre a Europa e a China. E isto apesar do facto de o director-geral de 65 anos do fabricante de máquinas-ferramenta de Colónia, Schütte, não produzir semicondutores, terras raras ou outras matérias-primas críticas China Faz referência. Mas seus fornecedores sim. E isso foi o suficiente para deixar Welcker alarmado quando ficou claro na primavera: o governo chinês está restringindo severamente a exportação de terras raras.

Schütte montou um acampamento após suas experiências com gargalos durante a pandemia do coronavírus, mas Welcker diz: „Não somos completamente resilientes – isso não é possível. Nossos armazéns só nos davam uma reserva de tempo em caso de emergência.“ Ele está empenhado numa solução política rápida para o conflito comercial com a China.

O que a empresa familiar Schütte vivencia em pequena escala acontece Volkswagenespecialmente em larga escala. Nesta quarta-feira à noite as coisas ficaram emocionantes novamente em Wolfsburg. Poucas horas antes, não estava claro se a empresa conseguiria produzir durante a semana. „Dirigimos completamente à primeira vista“, diz uma fonte. Só no final da noite é que um grupo de trabalho liderado pelo diretor cessante de compras, Dirk Große-Loheide, conseguiu dar luz verde: o fornecimento de semicondutores era suficiente –, pelo menos por enquanto. As fitas continuarão a ser exibidas na próxima semana.

O que acontece depois disso? Pouco claro Cerca de 2.000 componentes semicondutores e eletrônicos diferentes estão atualmente em falta na maior fabricante de automóveis da Europa. Muitos deles vêm do fabricante holandês Nexperia. Estima-se que a participação de mercado de chips padrão da Nexperia chegue a 40%. Fabricantes de automóveis como a VW falam de „ração para galinhas“ – componentes minúsculos, como diodos ou transistores, na verdade produtos produzidos em massa BMWMercedes, VW and Co. Em algumas fábricas, antigas unidades de controle serão agora canibalizadas para obter peças funcionais.

A busca por fornecedores alternativos está ocorrendo paralelamente. A situação é „extremamente complexa“, disse o CFO da Volkswagen, Arno Antlitz, na quinta-feira, quando investidores e jornalistas lhe perguntaram sobre a atual situação do fornecimento. „Garantimos a produção dia após dia, semana após semana.“

As peças estão a tornar-se escassas na indústria alemã – e os seus representantes não tiveram outra escolha na quinta-feira senão olhar para a reunião das duas pessoas mais poderosas do mundo em Busan, na Coreia do Sul. Donald Trump anunciado após sua reunião com o líder estatal e partidário da China, Xi Jinping: A disputa sobre os controles de exportação de terras raras de Pequim foi resolvida. A solução é „para o mundo inteiro“, disse o presidente dos EUA a bordo do Força Aérea Um.

O Ministério do Comércio chinês parecia menos eufórico. Segundo Pequim, o acordo trata apenas do endurecimento das restrições às exportações chinesas anunciadas no início de outubro. Elas seriam adiadas por um ano. Em troca eles teriam um ao outro EUA Concordou em retirar as restrições à exportação de produtos de alta tecnologia, que foram prorrogadas no final de Setembro e que recentemente incluíam negociações com subsidiárias de empresas anteriormente sancionadas.

O encontro entre Trump e Xi será transmitido em shoppings chineses: acordos no conflito comercial.Foto: REUTERS

Isso talvez aliviasse os problemas da indústria alemã. Mas, em primeiro lugar, o acordo de Busan não altera a proibição de exportação da China para os semicondutores da Nexperia, que são necessários no curto prazo. E em segundo lugar, a reunião na Coreia do Sul sem participação europeia mostra um problema básico: durante décadas, a Alemanha tornou-se cada vez mais dependente economicamente da China. Mas nem em Berlim nem em Bruxelas, onde são tomadas decisões sobre a política comercial da UE, se entendeu que esta ganhou influência na política de Pequim na mesma medida.


E assim a indústria europeia vive uma crise com o anúncio. Já na pandemia do corona, mas no máximo com o grande ataque russo à Ucrânia e o apoio da China à economia de guerra de Vladimir Putin, ficou claro: os laços econômicos da Alemanha com a República Popular representam um risco enorme. Um que é ainda maior do que sua dependência do gás russo era. „A Rússia é a tempestade, a China é a mudança climática“, disse o então chefe do Escritório Federal para a Proteção da Constituição, Thomas Haldenwang já faz três anos.

(Handelsblatt) Terras raras – a indústria agora paga o preço da conveniência

O suicido económico e estratégico europeu às mãos das elites liberais e do seu snobismo moral:

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(Handelsblatt
Terras raras – a indústria agora paga o preço da conveniência

O Estado chinês está a chantagear-se com segredos industriais através das restrições. Apenas mais uma consequência da estratégia inteligente que a República Popular tem seguido durante décadas.Judith Henke28.10.2025 - 14:58


Com o viagem cancelada para a China tem a relação entre Pequim e Berlim atingiu um novo mínimo. E o pânico na indústria está crescendo novamente. Porque depende de sucessos rápidos nas negociações para que as suas linhas fabris não fiquem paradas.

A razão: China Nenhum material de terras raras é fornecido há meses Europa. É por isso que algumas empresas dizem a produção já parou. Os comerciantes de matérias-primas que armazenam terras raras para clientes industriais podem dificilmente economizam em solicitações.

Mas eles só conseguem entregar resultados de forma limitada. Qualquer pessoa que queira importar terras raras deve provar à China que elas não são usadas para fins de uso duplo, ou seja, aplicações de armamento. É, portanto, virtualmente impossível armazenar os metais. Além disso, para obter materiais magnéticos importantes, as empresas agora precisam divulgar dados confidenciais, como planos de construção.

Desta forma, o Estado chinês está a extorquir segredos industriais. Apenas mais uma consequência da estratégia inteligente que a República Popular tem seguido durante décadas. Pequim investiu pesadamente nas cadeias de fornecimento de matérias-primas nas últimas décadas e assim expandiu seu domínio global.

Enquanto isso, o Ocidente ficou de braços cruzados. A ofensiva de matérias-primas da China foi até útil. Porque a mineração era considerada um negócio sujo – os países emergentes deveriam poluir o seu ambiente, ou assim diz a ideia.

E o material magnético barato financiado com dinheiro chinês foi uma vantagem bem-vinda para as empresas europeias. Em última análise, os custos de produção poderiam ser mantidos baixos, para deleite dos acionistas.

O clamor é hipócrita

Que agora a indústria está gritando, então é mais do que hipócrita. Ela é a culpada pelas interrupções na produção. Durante anos, por economia, a empresa não estava disposta a investir na resiliência de suas cadeias de suprimentos.

Não construiu armazéns nem comprou de produtores ocidentais de matéria-prima. Os jogadores ocidentais não conseguiram, portanto, prevalecer contra a concorrência chinesa favorável.


Mas não só a indústria, mas também a política tem agido de forma míope durante anos. Por um lado, deveria ter acumulado stocks de matérias-primas críticas numa fase inicial. E por outro lado, deveria ter criado condições sob o qual são criadas as nossas próprias cadeias de abastecimento de matérias-primas.

Agora são cinco a doze para essas medidas. Em vez de apontar o dedo para a China, os políticos devem agir agora. Porque o escândalo não são as restrições às exportações chinesas. O escândalo é que esta crise era previsível.

30/10/2025

Isto é o Bangladesh! - Brighton, Inglaterra, Reino Unido

Brighton é uma cidade no sul da Inglaterra mas que tem um presidente de câmara bengali. Efeitos do multiculturalismo e da abertura de fronteiras visando a descaraterização da sociedade britânica e a transformação numa sociedade global. Isto em teoria, pois na prática a demografia e os fluxos migratórios transformam essa sociedade "global" numa sociedade de colonização pelas antigas colónias do Império Britânico. É de notar que este fenómeno é transversal quando da queda de praticamente todos os impérios - a periferia outrora dominada tende a migrar para o centro do império, que por sua vez se descarateriza, perde a coesão e identidade que a une, entra em regressão civilizacional e por fim colapsa por dentro. É isso que está a acontecer com a Commonwealth, a forma mais madura e recente do império britânico.

O primeiro presidente de câmara bengali em Inglaterra, Mohammed Asaduzzaman, pode ser admirado nos videos que se seguem: