Dez anos depois, A Cartilha está de volta.

17/02/2026

A Questão da Re-Descolonização

As portuguesas estão a parir menos, é um facto e uma tendência com quase um século - no entanto a novidade é o aumento vertiginoso das parturiente estrangeiras, promovido ao abrigo da política de importação em massa de populações estrangeiras empreendida pelos governos de extrema-esquerda durante a aliança da extrema-esquerda antidemocrática e as alas extremistas do partido social-democrata PS. 

Desse esforço iniciado em 2015, assinala-se agora que Há cinco vezes mais mães estrangeiras do que há dez anos (JN), regista o mesmo órgão de propaganda da Situação que:

Em dez anos, multiplicou-se por cinco o número de mães de outras nacionalidades que tiveram filhos em Portugal. No sentido inverso, os partos de mulheres portuguesas diminuíram significativamente.

Segundo dados oficiais, em várias zonas de Portugal os nascimentos de crianças estrangeiras já são superiores aos nascimentos de indígenas, como um maior número de mães estrangeiras que portuguesas é obtido em vários concelhos da Área Metropolitana de Lisboa como Sintra, Amadora, Odivelas, Barreiro e Seixal. Também no Algarve, os concelhos de Albufeira, Lagos ou Aljezur apresentam um predomínio de mães estrangeiras. Odemira, no Litoral Alentejano, apresenta a mesma realidade.

E estas estrangeiras são apenas aquelas que, legalizadas ou ilegalizadas, conseguem vir parir ao Serviço Nacional de Saúde. Se a estas acrescentarmos todas as estrangeiras que já têm a nacionalidade portuguesa, ilegalmente ou provisoriamente dada pelas forças colonialistas, o número de zonas onde os autóctones já são uma minoria dos recém-nascidos é escandalosamente alargado.

Os estrangeiros, que deviam ser uma minoria numa nação que não seja mole e cornuda, são em Portugal uma realidade em números chocantemente vastos, com uma tendência agressiva de aumento com a natural substituição populacional de gerações de idosos por crianças e jovens.

A esta colonização acelerada de Portugal urge responder com novas políticas de Descolonização, no mesmo modelo aplicado pela Junta de Salvação Nacional e pelo Movimento das Forças Armadas, com a entrega do Poder a movimentos de libertação indígenas lusitanos, a criação de pontes aéreas para retornados e a nacionalização de todos os bens que os estrangeiros não consigam levar com eles, inclusive o parco património imobiliário e os negócios de fachada para encobrimento da receção de fundos europeus e da Segurança Social e de redes de tráfico humano e auxílio à imigração ilegal. A Re-Descolinização de Portugal é um tema que deve ser colocado na agenda mediática e política.

Sem comentários: