A prioridade do regime de Novembro podia ser a reabertura de maternidades, centros de saúdes, conservatórias ou escolas, mas prefere privilegiar judeus, indianos e novos portugueses das mais variadas cores e cheiros.
Sítio sobre o que se passou, o que se passa, e o que se vai passar
Aparentemente e segundo relatos na imprensa, um funicular ao serviço da empresa municipal Carris em serviço na travessa da Glória desgovernou-se e colidiu com dois postes, embatendo por fim num prédio. O incidente, que não sabemos ainda se foi de origem terrorista ou negligente, causou vítimas, para além de avultados danos materiais, e uma missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa e discípulo da ONG João XVI/Francisco I, foi realizada em homenagem dos mortos.
Na assistência, entidades oficiais e oficiosas, separados no espaço e na aglomeração, distinguem dois mundos: o maçónico e republicano, constituído por fundamentalistas fanáticos, oportunistas, narcisistas e sociopatas, e a da sóbria e ponderada família real encarregue por Deus de garantir a prosperidade e continuação de Portugal por muitos anos. Porque o falhanço do Portugal Liberal e Republicano é também uma questão de natureza de regime.
Um certo individuo que desconheço a origem e passado escreveu esta semana no ECO um dos artigos mais inúteis e ridículos que me lembro de ter alguma vez lido num jornal que não o Público ou o Expresso. Tentei reler várias vezes e ver o que se podia aproveitar, mas sem sucesso. O Dr. Ricardo Valente é sem dúvida o principal candidato ao prémio Capitão Moura da Economia 2025.
Interessante artigo publicado pelo Financial Times sobre a causa principal dos fogos em Portugal: a desertificação do interior. A ler.
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(FT) How a rural exodus stoked Europe’s deadly wildfires
Movement of farm workers to cities in recent decades has created vast areas of flammable brush on abandoned land
The deadly wildfires raging across Europe this summer were supercharged by a long pattern of depopulation that has hollowed out the continent’s rural communities.
Record-breaking heatwaves linked to climate change drove the fires that have killed residents and firefighters from Spain to Turkey, but ministers and experts say the blazes were especially destructive because they spread unobstructed across abandoned farmland.
Decades of migration from rural villages to urban areas by people seeking work have turned vast expanses of former farmland into highly flammable wild vegetation. About 20 people were killed by fires in Greece, Turkey and Cyprus in June and July, followed by at least eight deaths in Spain and Portugal this month.
“As rural areas empty, abandoned land fuels wildfires,” said Lamia Kamal-Chaoui, director at the OECD’s Centre for Entrepreneurship, SMEs, Regions and Cities, which has warned about the harms of rural decline. “The answer lies in pairing strong prevention and fire-response measures with efforts to revitalise and sustain rural economies.”
Cities such as Los Angeles have suffered wildfire damage exacerbated by a parallel trend: city residents searching for more space have driven a sprawl of new housebuilding in fire-prone semi-rural areas.
“Here it’s the opposite,” said Víctor Fernández García, an expert in forestry and farming at the University of León in one of the worst-affected Spanish regions. “The brushland and the forests are invading the villages.”
In north-west Spain, firefighters struggled to control a blaze this month, while transport links were severed and thousands of people were evacuated as an area more than twice the size of metropolitan London burned.
By Thursday, 402,000 hectares had been scorched as fires still raged — the largest area of damage in Spain since 1994, according to the European Forest Fire Information System (EFFIS).
Spanish energy and environment minister Sara Aagesen said it was vital to reverse the trend of “rural abandonment” and step up efforts to reduce the “fuel load” of unmanaged vegetation through pruning, brush clearing and renewed grazing.
Prime Minister Pedro Sánchez has said the catastrophe is proof that “the climate emergency is progressing at an ever faster pace”. His ministers have drawn a direct link between the fires and the most intense heatwave since records began in 1975, in which temperatures surged above 40C at an average of 4.6C above the seasonal norm.
Earlier in the year, unusually heavy rains had sated a drought but also created a burst of lush, combustible vegetation.
A study by World Weather Attribution found climate change made the June and July wildfires in Greece, Turkey and Cyprus 10 times more likely.
Sánchez has called for a cross-party pact to deal with climate change, but was rebuffed by the People’s party (PP), the conservative opposition. PP leader Alberto Núñez Feijóo was ridiculed for suggesting that Spain set up a national database of “pyromaniac” arsonists and track them with ankle tags.
In Portugal, the area affected is half the size of the territory burned by devastating fires in 2017, which killed more than 60 people. Spain and Portugal combined account for two-thirds of all the land ravaged by fire in Europe this year, according to the EFFIS.
The decline of rural agriculture has exposed many villages that used to be protected by animal enclosures, grazing plots and vegetable patches, which acted as firebreaks, said Fernández García.
In Spain’s León province, the number of sheep and goat farms dropped from almost 34,000 in 1962 to just over 1,000 in 2020. “The villages were not in such danger back then,” he said.
The OECD warned last year that a similar pattern was stoking fires in Greece. “This is not just Spain’s problem but a European one,” said Kamal-Chaoui.
While depopulation has reduced the number of people threatened by fire in shrunken villages, it has also created communities of mostly elderly people who are more vulnerable.
In Molezuelas de la Carballeda, a fire-menaced village in Zamora, Spain, the population has fallen by almost half to 47 in the past decade and the average age of residents is 70. Mayor Alexandre Satue Lobo said it had been “a little complicated” to evacuate those who were in wheelchairs or housebound for other reasons.
Francisco Martín Azcárate, an ecology professor at the Autonomous University of Madrid, said the policy response should include the regular removal of scrub through controlled fires, whose use has been limited by restrictive regulations.
“It’s impossible for there to be no fires. There always have been fires, and there always will be,” he said.
“But we’ve gone from very frequent but small fires, which didn’t cause major problems, to fires that are vast and very intense. Mega-fires with extremely high temperatures and the capacity to spread across tens of thousands of hectares, which are practically impossible to fight with the resources we have.”
On top of the unmanaged spread of brush, Martín Azcárate said a now fading vogue for planting new forests had increased the volume of potential fuel for fires. He argued that towns and villages should be protected by clearing perimeters around them with little or no vegetation.
In Portugal, José Pereira, a researcher at the country’s Forest Research Centre, said reviving pastoral herding was one way to re-diversify rural land use. Although pastoralism declined due to dwindling profits, Portugal has launched modest experiments with public funds to try to make it work again.
“It is to a very large extent a rural development problem,” Pereira said. “How do we try to maintain a local population that constitutes a minimal labour force capable of managing the land?”
I Love Portugal, Felp, The voice, Got Talent ... e muitos mais são nos nomes que envergonham quem tem orgulho na cultura e carácter Portuguez.
Nos últimos anos o canal um da RTP tem-se dedicado a escolher nomes estrangeiros para os seus programas, quase sempre alimentados pela mesma classe pseudoartística que há décadas vive parasitando nos fundos extorquidos ao Povo Portuguez através da taxa da RTP.
Quando a televisão nacional devia ser quem mais defenderia a Cultura Portugueza (por falar nisso, quando voltam as touradas em direto?), são quem mais denigre e obscurantiza a Língua de Bocage.
Um país sem elites culturais, tomado pela escumalha de Novembro a quem certamente Vítor Sobral se queria referir quando recentemente referiu estas acertadas palavras:
Os mais recentes resultados de entrada no ensino superior, referentes à primeira fase do concurso nacional, surpreendeu a opinião pública pela quebra no número de colocações. Das 32 instituições de ensino superior metade perdeu mais de 20% de alunos, e quatro politécnicos houve onde o número de estudantes nesta fase de colocações caiu mais de 40% - todos eles localizados no interior do país.
As razões apontadas na comunicação social são várias: preço dos quartos, redução no facilitismo nos exames de acesso, rejeição da mudança para o interior, quebra demográfica, opção pelo ensino profissional, de tudo um pouco tem aparecido. Porém as soluções apresentadas são reduzidas.
Num país sério, este fenómeno seria encarado como o mercado a funcionar normalmente e a eliminar os cursos que sofrem quebra na procura pela ausência de qualidade oferecida.
Mas em Portugal, onde as clientelas que vivem nas instituições de ensino público povoam os partidos, e os partidos vivem dos orçamentos e distribuem empregos nos municípios para os seus militantes, há que fazer de tudo para que essas torres de babel não desapareçam.
Na opinião d'A Cartilha, a melhor forma de o fazer é aplicando a Doutrina Charter, teorizada por Paulo Futre e colocada em em prática pelo mago da chico-espertice saloia, Dr. António Costa. A entrada em massa de mais de um milhão de imigrantes subdesenvolvidos já salvou a Segurança Social, o SNS do Doutor Arnaut e a Escola Pública. Temos a certeza que uma ponte aérea idêntica à que a Junta de Salvação Nacional organizou em África, poderá trazer centenas de milhares de estudantes africanos para salvar o Ensino Superior. Replicar esta ponte aérea no Brasil e na Índia (com condições de acesso +23 a estudantes do Ceilão, Paquistão, Nepal, Bangladesh e Birmânia) poderia trazer ainda mais estudantes. É apenas necessário haver vontade política e aviões para fretar.
As iniciativas das políticas ESG (Governação, Social e Ambiente) são mais um dos pilares de controlo político e social das sociedades por parte das elites liberais. Focadas essencialmente nas empresas, 80% desses investimentos ocorrem na União Europeia, o eterno bobo da corte burguesa.
Tudo seria normal, não fosse o facto dos maiores investimentos de fundos ESG ser atualmente feito na produção de armas de destruição maciça. como conta a Bloomberg em video. Nada acontece por acaso:
Depois de abolidas as escravaturas, o feudalismo, a servidão e a exploração industrial no Ocidente, a política dos ricos de exploração da mão-de-obra pobre passou colidir com os valores populares, motivo pelo qual as elites liberais tiveram de se virar para um outro nicho de pobres dispostos a trabalhar por tuta e meia: os imigrantes pobres.
É por esta razão - entre outras menores - que os movimentos nacionalistas e identitárias são alvo de fogo cerrado pela maioria das elites liberais. As intenções são plenamente assumidas, como podemos ler neste artigo do Financial Times:

Por muito que os portugueses se tenham matado sempre a trabalhar, as elites nacionais fugiam como o Diabo da cruz da ética protestante do trabalho. Hoje, essa fuga ao trabalho é incutida nos filhos pelas classes a quem o 25 de Abril deu instrumentos de mobilidade social.
Esta conjugação cria a tempestade perfeita onde os extremistas que advogam e escrevem tais delírios são as primeiras vítimas, com a falência da Visão.
Tal como a revolução devora os seus criadores, o fanatismo devora os seus propagandistas.
O Diário de Notícias é um dos jornais portuguezes mais antigos, e o mais antigo dos jornais de cobertura nacional (1864). Outrora respeitável e fonte fidedigna de informação, caiu na rede de Marcelinos, Câncios e restante canalha fundamentalista e socrática. Depois vieram os acionistas obscuros, bem ligados a meios políticos a quem tentam agradar e influenciar a mórbida opinião pública portugueza.
Num artigo recente ficamos a saber que em média o Diário de Notícias vende menos de mil exemplares por dia.
Perplexo e chocado, fui investigar e aprofundar o tema e descobri que a tiragem média diária é de 936 exemplares.
Não é só empobrecimento das sociedades que força o jornalismo a vender os leitores como mercadoria, em vez de vender informação de qualidade, e trocá-la a quem compra espaços publicitários. Neste caso, foi o poder político da social-democracia do PS burguês e corrupto e os próprios ativistas extremistas e autointitulados jornalistas que colocaram o nosso Diário Notícias a caminho dos Cuidados Continuados.
Um dos momentos mais hilariantes desta semana que passou foi a entrevista à BBC (feita em jeito propagandístico) da estoniana responsável pelas relações externas da organização e potência regional imperialista União Europeia. A descompensação da outrora respeitável e notável civilização europeia, a desconecção com a realidade e a incapacidade de um quadro medíocre e diplomaticamente iletrado são notórias.
Há quase vinte anos um alto representante da Comissão europeia disse-me, num corredor vazio e informalmente, que a UE não duraria mais cinco anos. O triunvirato der Leyen, Katja e Tónho Costa parecem encarregar-se dessa premonição falhar no desiderato por quinze anos.
Para todos aqueles que como eu são adeptos e fãs da guerra, este último conflito na Ucrânia apresenta-se como um marco histórico na utilização da tecnologia no campo de batalha.
Do ponto de vista histórico militar-tecnológico podemos mesmo considerar este conflito como a Primeira Guerra Pós-Moderna, onde drones, robos, IA e guerra eletrónica passam a ter preponderância sobre aviação, carros de combate, canhões, mosquetes ou quadrigas.
Em baixo, fica o vídeo de ucranianos a usar robots armados com metralhadoras:
Robots aproximaram-se do inimigo a curta distância e, através de altifalantes, ofereceram às tropas russas a oportunidade de se renderem. Se recusassem, os robots abrem fogo. Segundo os ucranianos, estes sistemas já estão disseminados no exército ucraniano.
Hoje, enquanto tomávamos conhecimento da mais recente campanha da LUSA de que os estrangeiros que salvam a santa e divina Segurança Social ainda têm tempo para salvar o país dos fogos, fomos ler o que o Paulo e a Maria do Negócios escreveram quando anunciaram que Sem estrangeiros, Segurança Social já perde contribuintes.
Sim, perde contribuintes, como praticamente todos os países do mundo perderão nos próximos 50 anos. Mas perguntamos, e as contribuições em valor absoluto coletadas a indostânicos analfabetos ou pretos dos bairros miseráveis de África? Pois, essas parece que embora representem quase 20% da população ativa em 2024, o valor das contribuições dos trabalhadores imigrantes fica-se pelos 12,4% do total recebido pela Segurança Social.
É caso para dizer: Bela merda de negócio, Abílio.
Os extremistas fanáticos do Liberalismo e os fundamentalistas do Ódio anti-Trump avisam, em berraria contínua: tudo que é livre-câmbio é Bom, tudo que vem do Doutor Trump é Mau. Assim é, pelo menos para quem beneficia do liberalismo e para quem não beneficia do que o Doutor Donald decide e implementa.
Acontece que a realidade, como a natureza, mesmo que criada por entidade divina, é bem diferente do que se apregoa nos livros onde se teorizam dogmas económicos e políticos.
Há tarifas boas e más, há livre-câmbio mau e bom.
Segundo se lê na imprensa e nas declarações radiotelevisivas de representantes de grupos de pressão económica, parece que afinal as tarifas são boas para alguns sectores produtivos Portuguezes, como o farmacêutico, energia ou semicondutores, tal o benévolo impacto das novas taxas aduaneiras e o severo agravamento na concorrência. Comparativamente, as tarifas são uma vitória. Ou ainda a cortiça, agora agraciada com taxa bastante reduzida. Algo muito diferente daquilo que com que ativistas nas redações têm invadido o espaço público.
E que tal aplicar tarifas sobre as mentiras e a propaganda disfarçada de jornalismo, ?
Alegadamente, dois agentes da PSP espancaram e mataram um migrante imigrante, e potencialmente um futuro português puro, depois de concluído o natural processo de naturalização.
Em situações normais tais crimes dão origem a boas indemnizações para as famílias dos expatriados (que atendendo ao facto de 712 950 euros serem uma soma extremamente avultada para Marrocos, esperemos seja localizada) bem como a extinção dos organismos responsáveis por tais hediondos atos de barbárie contra quem procura uma vida melhor em Portugal. Isto apenas se verifica caso a vítima ainda seja estrangeira e não seja ainda Portuguesa - se for Portuguesa, as regras são as normais e as quantias são bem mais diminutas.
Caso o alegado crime da PSP seja real, sugerimos desde já em sua substituição a criação do Observatório de Segurança da Imigração para substituir essa organização criminosa que matou Aissa.
Justiça para Aissa ait Aissa!!
(Em baixo: Resolução do conselho de ministros do PS que deu 712 950 euros a uma viúva ucraniana. O que será feito dela? Estará na Suíça ou Alemanha?)
LUSA e RDP expulsas da Guiné-Bissau, fazem as manchetes envergonhadas das secções "África" da comunicação social lusitana, num golpe sem precedentes da joia da luta anti-fascista contra os apoiantes da independência "PAIGC" na metrópole.
Postas de lado as ironias e os anacronismos - divertidos para quem acompanha o descalabro da antiga colónia - as razões de fundo da tomada de poder do agora reconhecido internacionalmente presidente Sissoko (que em qualquer país civilizado não passaria de um burlão curandeiro que imprimia e distribuía a sua própria publicidade nos limpa-brisas dos carros estacionados nos bairros sociais e de imigrantes) são a passagem da esfera de influência luso-francesa (mesmo que os "amigos" franceses há muito andassem, como sempre, a conspirar num jogo duplo na Guiné lusófona) para a esfera do Mali e Niger.
Sissoko, um fula com um percurso obscuro e que dizem ter nascido no Mali, rompeu a ligação emocional e cultural com Portugal, num país onde apenas uma minoria cada vez mais residual, e a distante e dissonante diáspora fala o Português corretamente. Aos amantes do mito da Medina do Bué e da luta antineocolonial, apenas o martírio resta. Tudo o resto a realidade levou.
No entanto, a esperança que esta islamização seja temporária e dê frutos na aniquilação de correntes mais radicais e islamitas, existe, assim como o facto das potências regionais estarem a ser patrocinadas por uma grande potência europeia, a Federação Russa. A acompanhar.
Foi uma pausa longa, tanto por motivos profissionais e pessoais como pela intolerância da discussão dos temas. Hoje foi sentida a necessidade de voltar à blogosfera, meio de vanguarda no processo de massificação da informação na internet.
http://pro.moneymappress.com/MMRBSLG39/EMMRQC04/?email=verclaro.jm%40gmail.com&wemail=mm&a=8&o=77478&s=81560&u=1763043&l=414326&r=MC&g=0&h=true
http://pro.moneymappress.com/MMRBSSH39/PMMRQ835/Full?iris=253813&h=true
NEWT GINGRICH PARAG KHANNA FLYNT LEVERETT AND HILLARY MANN LEVERETT RACHEL MADDOW AYN RAND FRANK RICH PAUL RYAN STEPHEN WALT DREW WESTEN FAREED ZAKARIA http://www.newrepublic.com/article/politics/96141/over-rated-thinkers?page=0,1
The irony of today is that these two thinkers, in their struggle against the Marxist left of the mid-twentieth century, relied on some of the same underlying assumptions as Marxism itself: that politics is a matter of one simple truth, that the state will eventually cease to matter, and that a vanguard of intellectuals is needed to bring about a utopia that can be known in advance. The paradoxical result is a Republican Party ticket that embraces outdated ideology, taking some of the worst from the twentieth century and presenting it as a plan for the twenty-first. http://www.nybooks.com/blogs/nyrblog/2012/aug/28/grand-old-marxists/?utm_medium=email&utm_campaign=September+4+2012&utm_content=September+4+2012+CID_60a4b38aa45a72334c62b9c9f3f4de91&utm_source=Email+marketing+software&utm_term=Grand+Old+Marxists
"o FMI não força a austeridade. Antes, os seus empréstimos aliviam-na. Portugal entrou em crise porque os credores privados deixaram de nos emprestar dinheiro. Porque o país e o Estado gastavam mais do que produziam, sem financiamento a consequência era inevitável: um enorme e repentino corte nos gastos. Os programas do FMI são um empréstimo que torna este corte austero mais suave e mais prolongado no tempo. A maioria dos pacientes que visitam um oncologista ficam mais doentes nos meses seguintes. Mas o médico não causou a doença, antes a aliviou. Segundo, é extraordinário ouvir os supostos keynesianos que surgem nesta altura a exigir aumentos na despesa e no défice para estimular a economia. Curiosamente, nos tempos de expansão económica, estas pessoas raramente defendem que se corte na despesa e se acumule um excedente orçamental para usar nos maus tempos, o lado menos glamoroso das políticas keynesianas, mas que se fosse feito era o melhor remédio contra a austeridade presente. Mais curioso, se é tão óbvio que cortar o défice vai contrair tanto a economia que acaba por aumentar a dívida e tornar mais difícil o seu pagamento, então por que raio é que não há um único credor privado disposto a financiar o nosso défice? Não é só o FMI, mas todo o mundo parece ignorar a sapiência de que se alguém te deve tanto que não parece ter hipótese de te pagar, então deves emprestar-lhe cada vez mais. Quando um banco faz isto a um privado, para que ele invista em novas aventuras e com muita sorte descubra a fortuna que escapou no passado, chamamos irresponsável ao banco e zombie ao devedor. http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO109893.html?page=0
Padre português salvou judeus em Roma (reportagem sic)
«O Hitler também lá foi posto através de votos. Não nos podemos agarrar a isso, estes fulanos perdem completamente a sua legitimidade quando tomam as medidas que tomam e estão constantemente a mentir. Como é possível continuarem de manhã a olhar para o espelho e não terem vergonha do que é refletido? Penso que a população tem legitimidade para defenestrar estes tipos todos imediatamente, invadir os palácios e atirá-los pela janela fora como fez a Miguel de Vasconcelos. Tem de ser a atividade cívica das pessoas a criar condições para alterar a situação.» Vasco Lourenço
“Há um Estado mas está totalmente falido”, Michel Sapin, ministro do trabalho frances
«Há muito a fazer antes de ir às funções sociais. Devemos olhar para o Estado distinguindo três conjuntos de funções: as de soberania, as sociais e as outras funções... Nas funções de soberania, a rede diplomática é ainda hoje a de um país com ambições imperiais ou de potência regional. Manifestamente não é esse o tempo que vivemos. A Defesa não foi repensada desde que Portugal deixou de ter colónias. A redução das nossas Forças Armadas foi essencialmente na base e não na estrutura de comando ... Eliminava pura e simplesmente o nível das freguesias ... As funções sociais devem ser a última área a ser tocada.» http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=64790#.UMxfQxc1duE.facebook
http://www.cinemateca.pt/Cinemateca-Digital/Ficha.aspx?obraid=4979&type=Video
"The difference between libertarianism and socialism is that libertarians will tolerate the existence of a socialist community, but socialists can't tolerate a libertarian community." David D. Boaz (1997)
http://www.mises.org.br/FileUp.aspx?id=132&fb_action_ids=566215730070967&fb_action_types=og.likes&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582