Portugal perdeu os seus chefes mas a revolução fez-se
Morreram com poucas horas de diferença e sem ocupar as pastas que lhes estavam destinadas, a dos Negócios Estrangeiros para Miguel Bombarda, a da Marinha para Cândido dos Reis. Anticlericais ferozes, as suas mortes provocaram fúria no povo republicanizado de Lisboa, que assim perdia os seus dois chefes.
por Joaquim Romero Magalhães, Público.
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