
Ridículo dos ridículos, por ser mulher. Segundo o novo executivo rosa-socialista, a modernidade e o progresso fazem-se atribuindo a maioria das pastas a mulheres (o que já lhe valheu a alcunha de governo cor-de-rosa). Tal como se fez na Àfrica do Sul ou nas ex-províncias portuguesas em Àfrica, a competência passou para segundo plano, escolhendo-se as pessoas em função da cor da pele. Nestes casos o resultado está à vista. No caso espanhol a preferência dá-se pelo sexo. Outros critérios se seguirão: homossexualidade, transexuais, minorias etc. Com a Espanha em decadência moral, social, económica e ideológica, e com o Islão em expansão acentuada, será que ainda vamos assistir a uma reconquista moura?!
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